A culpa é das estrelas…

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Ontem assisti ao filme “A culpa é das estrelas”. Eu estava relutante com relação a este filme, por isso ainda não havia assistido… não sei exatamente porque: se por ser um filme adolescente, ou por ser deprimente, ou por ser tão famoso (não sou muito interessada em produtos de massa), ou porque fala de doença, morte, etc.

O fato é que gostei, como todo mundo, mas uma coisa me chamou a atenção: primeira vez que assisto a um filme de amor que termina em morte e eu não fiquei deprimida! Chorei nas cenas tristes, óbvio, pois sou das que chora até em comercial de margarina, mas ao final não fiquei com aquela sensação de tristeza, como ocorreu com outros filmes do gênero.

Talvez seja consequência dos meus estudos cabalísticos e espirituais de ultimamente (e espero que sim), mas a única coisa que consegui pensar depois de o assistir é que temos um medo muito grande de sofrer, de perder, de errar e por isso nos boicotamos constantemente, nos privamos muitas vezes de viver algo muito especial, por medo. Falo por mim, pois sou capricorniana e portanto altamente cautelosa (pra não dizer medrosa) por natureza. E o filme me mostrou que não importa o tempo que dure, se algo é especial e verdadeiro, não deve ser evitado. Claro que na teoria isso é muito mais fácil do que na prática e muito já foi debatido a respeito disso em livros, filmes, palestras, músicas, novelas, mas a verdade é que com o tempo a gente percebe que de fato é assim mesmo. Quando olhamos para trás e analisamos nossa vida, percebemos que em algum momento agimos dessa forma e foi muito bom, apesar de ter acabado. Algumas coisas são para sempre, outras não. Compreender e aceitar isto é tarefa difícil, porém é libertador.

Espero que todos possamos, um dia, provar dessa liberdade de amar, ser feliz, “se jogar”, não importando-se com o que vem depois, com o tempo que vai durar, simplesmente vivendo o momento. Pra concluir, ainda segundo a Cabala, ser feliz é algo que vem de dentro de nós mesmos, não de outrem, nem de algo externo e palpável. Mas isso é “pano-pra-outra-manga”, ou melhor, pra outro post!

Saudações! Namastê! Shalom!

Foto: reprodução

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