Sonhar é uma viagem…

Já pararam pra pensar sobre os sonhos? Eu já, várias vezes… e agora mais ainda!

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Para a Ciência, o sonho é “uma experiência de imaginação do inconsciente durante nosso período de sono”(1). Para a Psicanálise o sonho é “o espaço para realizar desejos inconscientes reprimidos”(1), conceito esse defendido por Freud. Mas para Jung o sonho é “uma ferramenta da psique que busca o equilíbrio por meio da compensação (…) e na busca pelo equilíbrio, personagens arquetípicas interagem nos sonhos em um conflito que buscam levar ao consciente conteúdos do inconsciente”(1). Muitos cientistas, religiosos e estudiosos de diversas vertentes também admitem a existência de sonhos premonitórios.

Enfim, o assunto “dá pano pra manga” e no fundo, ninguém tem 100% de certeza sobre o quê exatamente é o sonho e qual sua importância em nossa vida.

Nas filosofias e crenças que estou estudando atualmente (Kabbalah, Sagrado Feminino, Budismo, Hinduísmo) o sonho é de grande importância para quem está em seu despertar espiritual e plenamente consciente de sua evolução como espírito. Manter um diário de sonhos é quase obrigatório. Então comecei a fazer o meu. Mas confesso que no começo é bem esquisito. Explico.

Você já tentou narrar no papel um sonho? Se ainda não, aconselho que o faça. Você vai ver o quanto é difícil explicar um sonho!!! Os sonhos não tem a lógica de tempo e espaço que conhecemos conscientemente, então é difícil descrevê-lo. Quando vamos contar para alguém nosso sonho é mais fácil, mas escrever é bem esquisito!

Agora, a parte de tentar interpretar seu próprio sonho é bem divertido (e revelador!). Não estou falando sobre interpretações no sentido de prever o futuro (como fizeram José, Daniel ou Jacó), ou tentar adivinhar que números jogar na loteria! Digo interpretá-los pela ótica da psique, analisando nosso presente e nosso passado. Ainda estou engatinhando nesse sentido, mas quero me aprofundar porque é bem interessante. O mais indicado é: escrever o sonho logo que se acorda (mesmo que seja pela madrugada); mantenha um bloco ao lado da cama; depois anotá-los no computador, com mais calma e mais precisão, com o máximo de detalhes; deixar para interpretá-lo mais tarde, com bastante calma; você precisa pesquisar um pouco o significado e a simbologia de algumas coisas, com a ajuda da internet facilita, mas sempre buscar se pautar em autores e estudiosos renomados; depois de reunir algumas informações, comece então a analisar o sonho e seus significados relacionando tudo com seu presente (ou seu passado); sua intuição irá guiá-lo.

Só uma sugestão: fiquem longe daqueles livros baratos de interpretação de sonhos! Minha mãe tinha um e todo dia ela procurava o significado de algo que tinha sonhado e sempre era “um mau presságio”, ou alguém com inveja, ou alguém que ia trair, ou alguém que ia adoecer, ou algum acidente!!! Ela estava ficando neurótica e joguei fora, sem ela saber, sério!

Uma coisa que já notei sobre meus sonhos são o seguinte:

  • os sonhos que tenho pela madrugada são altamente confusos e longos; os pesadelos e sonhos trágicos acontecem quando faço refeições muito “pesadas” a noite, como quando saio para comer pizza ou algum aniversário de família; bom, o álcool então nem se fala, me dá sonhos muuuuito loucos, kkkkkk.
  • os sonhos que tenho pela manhã, um pouco antes de levantar, ou depois de ter acordado e dormido aqueles minutinhos a mais, ou ainda naquela dormidinha da tarde de domingo, são bem reais, na verdade se passam no presente mesmo, como por exemplo sonhar que estou dormindo e escuto visitas chegando, conversando, e então levanto para atendê-los, tudo em sonho, mas muito real; já tive sonho de ver minha mãe ou minha irmã entrar no meu quarto e me perguntar alguma coisa (na maioria das vezes, algo bem estranho) e ao levantar vejo que não tem ninguém em casa e depois constato que não, a pessoa não entrou no meu quarto nem me perguntou nada, mas foi absurdamente real!
  • sempre, SEMPRE mesmo, sonho com lugares que vou conhecer, é impressionante!
  • tenho um sonho constante com a casa de meus avós maternos, onde passei boa parte de minha infância e adolescência; essa casa já não existe mais, o lugar é uma empresa, nem meus avós (faleceram a muito tempo), mas sempre sonho com o lugar, e na maioria das vezes, sonho que eu moro lá.
  • já sonhei diversas vezes com desastres, que realmente aconteceram; é estranho, mas é verdade, sonho com o desastre acontecendo comigo ou com alguém da minha família, e muito tempo depois o desastre acontece em algum lugar do mundo, então lembro na hora do meu sonho (como tsunamis, terremotos, acidentes de avião).

Essa parte dos sonhos com desastres é bem ruim, mas é verdade. Já notei várias vezes isso acontecer. Nunca sei onde, quando e com quem vai acontecer, então nem adianta bancar a Mãe Dinah! Agora, os sonhos com os lugares que vou conhecer é bem bacana, porque sempre lembro do sonho na hora e vem uma sensação muito interessante!

Mas, se alguém quer procurar saber sobre sonhos e jogos, aqui os números dos bichos (para jogo do bicho) e aqui tem significado dos sonhos e dicas de números. Vai que… nunca se sabe… se alguém que leu meu post jogar e ganhar, quero uma parte do prêmio, hehehe.

E vocês, já tiveram sonhos premonitórios? Já tentaram fazer um diário de sonhos? Tem algum sonho recorrente? Compartilhe nos comentários, por favor.

Blessed be! Namastê!

(1) Wikipédia

Foto: Tumblr A-Zamiga

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Despertei…

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Despertei com o sopro do vento
em minha alma
Desejando voar pelo infinito firmamento
Pedindo: leve cores aos corações
Leve amor às almas.

Hoje o Fogo veio me visitar
Me trazer a energia divina
Me lembrar da vida que em mim
Vibra incansavelmente.

Hoje a terra está a me saudar
Me mostrando a firmeza do meu caminhar.
Veio dizer que as pedras,
Mestres em minha jornada
Precisam ser lembradas
E reverenciadas
Pois mostram os apegos
Que por ventura preciso lapidar.

Hoje as águas vieram me banhar
E as profundezas sagradas de
Minha alma abençoar.
Ensinar a fluir, a correr sem se prender
Nem a galhos, nem a raízes
Apenas um unir de mãos
Agradecendo o ciclo da vida
Que hoje veio até mim
Lembrar quão valioso ė
Despertar e sentir o colorido
Dentro… No fundo
Profundo…. Imenso!

(Rose Kareemi Ponce)

Blessed be! Namastê!

Foto: Tai Santos – Torres/RS – dezembro/2012

Fonte texto: Feminino Sagrado

Minha mentora espiritual

Todos que se iniciam nos caminhos da espiritualidade, possuem um mentor espiritual. Às vezes demora um tempo para se descobrir quem é e o momento da descoberta é um insight, desses que quando vem ficamos pensando: mas é claro, é óbvio, como não percebi antes?

Alguns podem escolher seu mentor, mas acredito que seja uma escolha mútua. Como naquela cena do filme Avatar, em que os Na’vis tem que escolher seu Toruk. O fato é que todos temos nossos ajudantes espirituais: Anjos-da-Guarda, santos de devoção, orixás, Guias Espirituais desencarnados, etc. Mas um mentor é quem irá nos mandar as mensagens necessárias para nosso aprendizado espiritual, através dele(a) receberemos toda a sabedoria necessária para trilhar o caminho. E ele(a) nos mostrará de diversas formas: livros que acabamos comprando “casualmente”, pessoas que nos ensinam algo que precisamos naquele momento, sites e blogs que acabamos conhecendo e passamos a receber leituras interessantes, mensagens que surgem em nossa timeline ou até mesmo na rua, vinda da TV, do rádio, enfim… os meios pelos quais recebemos conhecimento são inúmeros.

Minha mentora espiritual é Tara

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Tara (em sânscrito Tārā, provavelmente “estrela”, e, para os tibetanos, Drol Ma ou Jetsün Dólmã, “Salvadora”), é uma deidade feminina do budismo Vajrayana (“Caminho Diamantino”, que simboliza a sabedoria que discerne agudamente como um raio).É a mãe da compaixão, o aspecto feminino de Avalokiteśvara bodhisattva , indissociável do estado desperto iluminado, Buda. É a divindade nacional do Tibete.

Na China sua equivalente é Kuan Yin.

O mito – resumido – de Tara

Conta-se que a princesa Yeshe Dawa, “Lua de Sabedoria”, que recebeu ensinamentos de um Buda, acumulou méritos e sabedoria, tendo sido aconselhada a rezar por um renascimento masculino, pois, como homem, alcançaria a iluminação espiritual. Reconhecendo nisso a ignorância de que a dualidade é relativa, fez o compromisso de sempre renascer em forma feminina, como mulher. Por esse gesto de sabedoria e compaixão, Yeshe Dawa/Tara é considerada manifestação de Avalokiteshvara, sânscrito Avalokiteśvara, “Aquela que enxerga os clamores do mundo”.

Nomes de Tara

De acordo com as várias linhagens do Budismo tibetano, a lista dos nomes de Tara pode apresentar variações. Dos 108 nomes e 21 formas e inúmeras cores de Tara, três são mais populares:

– a Tara Branca, sânscrito Sitatāra, identificada com a Princesa da China, esposa do primeiro rei budista do Tibete, Songtsen Gampo, séc. VII. Em geral associada a Kuan Yin, que também é representada na cor branca.

– a Tara Verde, sânscrito Syamatāra, identificada com a Princesa do Nepal, segunda esposa deste mesmo rei Salomão. Todas as outras derivam dela.

– a Tara Vermelha, Rigdjed Lamo em tibetano, que evoca nosso estado desperto natural, denominado rigpa, também torna-se conhecida no Brasil, por influência de Chagdud Tulku Rinpoche.

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Mantra de Tara Verde (foi por causa deste mantra que a descobri)

OM TARE TUTTATE TURE SOHA 

(Sânscrito:  Oṃ Tāre Tuttāre Ture Svāhā)

OM: as qualidades do corpo, palavra e mente dos Buddhas. É a meta;

TARE – “aquela que liberta” – de apegos e sofrimentos temporais-

TUTTARE – “Que elimina todos os medos” (oitos medos causados pelas oito ilusões: l. Apego (enchente). 2 – Ira (fogo). 3 – Ignorância (elefante). 4 – Inveja (serpente). 5 – Orgulho (leão). 6 – Avareza (correntes da prisão). 7 – Visões erradas (ladrões). 8 – Dúvida (fantasmas));

TURE – “Que concede todo sucesso” e liberta dos obscurecimentos sutis, apegos e individualidades;

SOHA – “Que essas bênçãos se concretizem”, que cheguem ao coração e a mente.

Aqui você pode escutar a versão desse mantra com as 108 repetições.

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Há muito mais sobre Tara e sobre Kuan Yin, duas divindades femininas muito especiais. Aqui passei apenas algumas informações básicas, para atiçar a curiosidade. Mas se sentir o chamado para uma delas, seguem os links de sites com mais informações:

Blessed be! Namastê!

Fui julgada! E agora???

Neste último sábado me aconteceu uma coisa desagradável, e desde então tenho pensado em escrever a respeito. Foi bom ter dado esse tempo, assim meu raciocínio tomou outro rumo!

Num jantar em família, na casa de parentes (regado a cerveja) ouvi um comentário machista e altamente grosseiro, claramente direcionado a mim, pelo simples fato de ser solteira, sem filhos e feliz. No momento, fiquei irada, rebati com um comentário mais inteligente, mas o assunto foi encerrado por outra pessoa (leia-se: a esposa calou a boca do indivíduo). Após o fato, já em casa, antes de dormir, ainda fiquei “remoendo” aquele comentário estúpido (e com álcool no cérebro, vocês podem imaginar o quanto remoí).

Mas aí, de repente, a ficha caiu.

No processo de despertar espiritual, sempre ouvimos a seguinte recomendação: “não cair nas armadilhas do ego, que são o medo, a dúvida, a vergonha, a ansiedade e o julgamento, sejam estes vindos de outros ou de nós mesmos”. Quando você decide se tornar mais espiritualizado, percebe que essa é uma das etapas mais difíceis. Pois enquanto estamos meditando, é fácil imaginar que sempre agiremos pelo coração, mantendo a mente serena, mas na hora que o “bicho pega” lá se vai nossa convicção! Mas tudo nessa vida é treino. E ter consciência de que caímos na armadilha novamente, já é meio caminho andado, porque aí vamos começar a raciocinar sobre o ocorrido e mudar nossa emoção. Da próxima vez já estaremos mais preparados (assim espero).

O fato é que o julgamento de alguém é problema dele. O que a pessoa pensa ou imagina a nosso respeito é problema dela. O que nós pensamos sobre alguém, é problema nosso. Todos julgam. Eu já me peguei julgando pessoas conhecidas, só nunca fui grosseira a ponto de falar para a pessoa na frente de outros. Isso não faço, porque sempre achei feio. Bom senso eu sempre tive, graças a Deus!!! Mas julgar em pensamento também não é bom, pois emite uma vibração ruim, que vai acabar retornando de alguma forma.

Mestre Gandhi nos ensinou:

A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade e sob ângulos diversos.

Todo mundo adora julgar, mas ninguém gosta de ser julgado. Temos que entrar num consenso: ou paramos de nos julgar e criticar gratuitamente e vamos cuidar cada qual do seu umbigo, ou assumimos que gostamos de julgar e passamos a aceitar o que ouvir.

Eu não gosto de ser julgada, portanto passei a me policiar mais com relação aos outros. Mas também passei a aceitar mais as críticas construtivas, vindas de pessoas que realmente tem moral e argumento para me criticar. Críticas gratuitas e grosseiras eu dispenso, mas da próxima vez que escutar uma, acredito que vou saber dar uma resposta mais eficaz, virar as costas e continuar meu dia feliz!

E só pra não perder o veneno: beijinho no ombro pra você meu bem! (zoei) kkkkkk

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Blessed be! Namastê!

A definição de amor em uma animação super criativa

Acesse o vídeo abaixo e veja se não estou certa: ali consta, resumidamente, o significado de amor verdadeiro!

No começo, quando sós, nos parece que tudo é mais difícil… aí conhecemos alguém, e o que parece difícil simplismente desaparece. Tudo fica lindo e mais fácil. Mas a realidade volta e as dificuldades também, porém, se o que se iniciou foi amor de verdade, a união e a parceria fazem com que as coisas mais difíceis sejam enfrentadas com consciência e com uma naturalidade maior do que a que tínhamos quando sós. Simples! kkkkkk

Clique na imagem para acessar o vídeo, que está no facebook (não sei como anexá-lo de lá pra cá!!!)

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Blessed be! Namastê!

Quem é normal?

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– Oiii, tudo bem? [ela, entusiasmada]

– Oi, tudo. [ele, seco]

– Tenho a impressão que você não gosta muito de mim, que desvia quando me vê, que sai quando eu chego, que evita conversar comigo… por quê?

– Porque você é “estranha”.

– E você não é?

– Não! Eu sou normal!

– Humm… e o que você faz pra ser considerado normal? O que é tão diferente de mim?

– Bom, eu uso roupas normais, bonitas; você tem um estilo estranho, usa o que dá vontade, não o que está na moda. Eu saio depois do trabalho para me divertir com os amigos em um bar ou balada; você está sempre lendo, indo a museus e parques pra meditar sozinha. Eu trabalho para ganhar dinheiro o suficiente para ter uma vida confortável no futuro, como todo mundo, mas você fica trocando de emprego, fazendo trabalhos extras, não se preocupa se vai se aposentar um dia. Eu me preocupo com a vida… você ta sempre rindo, sempre feliz, não se preocupa com nada…

– Humm sei… e quem disse que ser como você é que é o normal? [ela, pacientemente]

– Todo mundo que é normal!!! [ele, irritado]

– E quem disse que vocês é que são normais?

– ?

–  Onde está escrito que acumular dinheiro pra garantir aposentadoria é normal? E se você morrer hoje, ou amanhã?

– ?

– Onde está escrito que sair para bares beber depois do trabalho, pra falar mal desse trabalho, reclamar, ficar bêbado para ficar mais alegre e sentir coragem de conversar com pessoas desconhecidas é normal? E que ler e apreciar arte é esquisito?

– ?

– Onde está escrito que usar roupas que estão na moda é normal e ter estilo próprio é anormal?

– ?

– Mas também quem disse que não é?

– …

– Já parou pra pensar nessas coisas, de fato?

– Não tenho tempo

– E quando vai ter?

– Quando ficar velho e caduco. Velhos caducos é que ficam pensando nessas bobagens…

– E se você não ficar velho e morrer antes? E se não ficar caduco? E se ficar velho, lúcido, mas inválido e não poder mais aproveitar seu dinheiro e ficar numa cama pensando que devia ter sido mais “feliz”?

– …

– E quem disse que se preocupar é normal?

– ?

– Você consegue resolver alguma coisa quando está preocupado, tenso, triste ou com raiva?

– Não…

– Quando que você consegue resolver coisas?

– Quando me acalmo e raciocino melhor…

– Pois é… eu estou sempre nesse estado aí… calma, consciente e alerta. Não significa que não tenho problemas, apenas sei como que deve ser meu estado de espírito para resolvê-los…

– …

– Ao contrário do que você pensa, eu trabalho sim, mas prefiro escolher trabalhar com o que me satisfaz, independente da recompensa. E o engraçado é que a recompensa sempre vem! Eu planejo meu futuro sim, mas não fico me preocupando com ele… prefiro fazer meu presente bem-feito, semeando uma vida boa e plena de satisfações, assim o futuro certamente será igual.

– …

– E só pra finalizar: ser normal é uma ilusão, querido! No fundo, ninguém é. Tenho certeza que você faz coisas, quando está sozinho, que não faria na frente dos outros. Tenho certeza que pensa coisas que jamais contaria para os outros. E tem medo disso. Como já disseram várias e várias vezes, de perto ninguém é normal. Tchau! [ela sai, serenamente, com um sorriso irônico, mas sincero, nos lábios]

– … [ele fica, inerte, sem dizer nada, apenas pensando, o que foi isso? Tem a sensação que caiu no mar, quase se afogou, relutou para sair de lá sozinho, engoliu água salgada, mas saiu salvo, olhou em volta pra ver se alguém tinha notado que ele havia quase se afogado… sensação ruim]

Na verdade, não importa como somos, o que importa é se sentir bem com o que somos. Se não estamos contentes com nossa “casca” então é porque é hora de trocar. Se não estamos contentes com nossa vida, estamos constantemente preocupados, é hora de mudar. Seja o que for, mude algo. Não espere ficar rico para ser feliz, seja feliz para poder ficar rico. Não espere ficar velho para entender as coisas, entenda as coisas que surgem a cada dia. Pare de sobreviver e passe a VIVER!

E como disse Oscar Wild:

Seja você mesmo, porque os outros já foram pegos.

Bom Agosto pra todos!

Blessed be! Namastê!