Minha experiência com as Barras de Access®

Já faz tempo que não posto nada sobre minhas experiências holísticas, místicas, espirituais, energéticas… pois então vamos lá. Fiz uma sessão de Barras de Access® ontem, já estava ansiosa para fazer, faz tempo, pois conheço várias pessoas que fizeram e todas adoraram, só falaram bem e eu querendo fazer a minha, e nunca fechava o dia, afff. Fiz. M-u-i-t-o-b-o-m ❤

Para quem não sabe o que é, segue um resumo:

Existem 32 pontos na cabeça que, quando tocados suavemente, acessam nossos arquivos mentais e emocionais. Durante o procedimento ocorre espontaneamente a liberação de condicionamentos, aprisionamentos e polaridades que limitam nossas vidas de forma consciente ou inconsciente. O uso das Barras® nos proporciona mais leveza, alegria e glória.

Ao ter suas Barras corridas, começa a dissipar a carga elétrica de polaridade que está armazenada em seu cérebro. É como ativar o “vírus” da consciência do computador que começa a revelar onde se está funcionando em piloto automático ao invés da consciência. (Gary Douglas – criador do Barra de Access)

As Barras de Access Consciousness™ é uma terapia corporal que permite que você e o seu corpo comecem a desprender-se dos pensamentos, idéias, condicionamentos, emoções, atitudes e crenças limitantes que você tenha registrado sobre quaisquer situação ou experiência. Se você se libertar dos pontos de vista preconceituosos com relação as suas aparentes limitações e com o que você pensa que não é possível na sua vida, uma nova realidade se abre diante de você e a sua vida fica muito mais verdadeira, plena e fácil.

Aqui tem um vídeo resumindo essa terapia.

Na minha sessão, tive várias sensações, muitos pensamentos, que iam e vinham, e um relaxamento corporal profundo, principalmente dos braços e mãos, que pareciam estar levitando; senti calor muito forte nas palmas das mãos e alguns espasmos corporais, normal, tipo os que podem ocorrer inclusive em sessões de Reiki; ao final, a terapeuta me disse que o ponto mais difícil de correr em mim foi o do Dinheiro, Criatividade e Controle (isso ela nem precisava me dizer, nunca soube lidar com questões de dinheiro kkkkkkk), então ela me passou um exercício para fazer a noite, sempre que sentir vontade. Pela manhã me senti muito leve, sabe a sensação de ter despachado uma mala enorme e pesada que você carregou por horas e que na verdade nem era sua? É assim que estou me sentindo, liberta de uma carga que eu não precisava carregar!

Coincidência ou não, hoje já aconteceu uma coisa muito boa, uma possibilidade de levar um evento que criei para outra cidade, coisa que a anos sempre quis fazer – palestrar, ensinar, levar meu conhecimento para muitos lugares – agora bateu na minha porta!

Gratidão Universo por todas as experiências pelas quais estou passando, pelas coisas que estão vindo a mim com facilidade e pela pessoa que me torno a cada dia!

Blessed be! Namastê!

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TAG 8 coisas

Não sei se é esse o nome da TAG, mas vamos lá. 🙂

Fui indicada pela gatíssima Beatriz do blog A Quimera para responder essa TAG divertida (tenho outra TAG pendurada por aí, só que foram semanas corridas, mas vou responder, juro que vou). Bora lá…

8 coisas para fazer antes de morrer

  1. Conhecer Machu Pichu
  2. Conhecer a Grécia
  3. Conhecer as pirâmides do Egito
  4. Conhecer o Taj Mahal
  5. Fazer o Caminho de Santiago de Compostela
  6. Conhecer minha alma-gêmea e ficar com ele até o fim da vida
  7. Fazer todas as minhas tatuagens (tenho uma lista, falta a coragem)
  8. Conhecer dois grandes ídolos

8 coisas que eu amo

  1. Livros
  2. Música
  3. Dança
  4. Paçoquinha e quindim
  5. Tarot
  6. Pedras e cristais
  7. Rio e cachoeira
  8. Meditar e fazer viagens astrais

8 coisas que eu falo

  1. Vamo que vamo
  2. Neguinha e neguinho (chamo todas as minhas amigas e amigos mais queridos assim)
  3. Então (toda vez que começo uma explicação)
  4. Fia (em frases como “não assim fia”, “fia, vem cá que te ajudo”, etc)
  5. Geeeeenteee (espanto)
  6. Tô azul de fome
  7. Tô podre de cansada
  8. Nem te conto o que aconteceu (antes de um relato gigante sobre algo kkkk)

8 makes/roupas

  1. Batom (sou tarada)
  2. Lápis preto (sempre)
  3. Máscara de cílios
  4. Vestidos e saias longas
  5. Botas (fissurada)
  6. Sapatilhas e rasteirinhas
  7. Lenços, echarpes, mantas
  8. Chapéus (tenho coleção)

8 coisas/objetos que não vivo sem

  1. Livros
  2. Bolsa
  3. Blocos, agenda, cadernos, caderninhos
  4. Incenso
  5. Óculos de sol
  6. Anéis
  7. Acessórios místicos
  8. Fones de ouvido

8 blogs para responder essa TAG

  1. Casuísmo
  2. Pérolas da Vida
  3. Kudza Tought’s
  4. Acasos
  5. Reconfigurando
  6. Cegos do Castelo
  7. Pitacos e Achados
  8. Fabulônica

Então é isso. Mais uma vez, obrigada pela indicação Beatriz, amei! Espero ver as respostas dos super criativos que indiquei.

Grande beijo!

Blessed be! Namastê!

Crianças Índigo

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Olá Ciclamenses, semana passada assisti a uma aula online sobre: Quem são as crianças índigo e o que fazer para ensinar e aprender com elas. O palestrante, Jonas Antunes Ramos, é especialista em Meditação para Crianças. Vou postar resumidamente o que vimos, com fotografia de alguns slides (dica dele de que podíamos divulgar).

* O modelo social vigente (inimigo invisível) está dizendo que as crianças estão doentes e que precisamos “drogá-las” para resolver, basta ver as estatísticas de venda de medicamentos como a Ritalina.

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* O sistema educacional atual não está preparado para as crianças e jovens de hoje.

* O inimigo invisível está criando crianças e jovens: ansiosas, desobedientes, irritadas, hiperativas, com dificuldade de concentração e atenção, com problemas alimentares, com insônia, etc.

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* A Ritalina (a droga da obediência) é responsável pela morte súbita de crianças.

* Os adultos perderam a capacidade de dialogar.

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* Quem são as crianças índigo: à partir de 1972, profissionais da saúde perceberam o nascimento de crianças com comportamentos e síndromes diferentes; estudos durante anos levaram ao descobrimento da TDAH (transtorno de deficit de atenção e hiperatividade); à partir de 1982 essas crianças começaram a surgir em maior número, assim os laboratórios começaram a criar medicamentos para esse transtorno.

* Mais adiante, estudiosos do campo energético, junto com pesquisadora que via auras, começaram a estudar essas crianças e jovens e perceberam uma diferença na cor de seu campo energético: elas possuem uma cor azul mais escuro (índigo).

* Foi então que percebeu que estava nascendo um novo ser humano, uma nova raça; não são crianças doentes, são crianças de uma nova era com consciência expandida e muito mais sensitivas.

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* Vale ressaltar que nem todas as crianças e os adultos índigo tem TDAH e vive-versa.

* Qual a principal missão dos índigos? Bater de frente com a sociedade vigente, provocar uma mudança radical.

* Os índigos são muito holísticos, têm uma visão do Todo.

* A humanidade está entrando em uma nova dimensão e essas crianças vieram para impulsionar a todos a entrar nessa nova vibração; vieram preparar o terreno para que possamos evoluir; vieram nos tirar da ZONA DE CONFORTO.

* Como vamos evoluir se muitos nem sabem o que estão fazendo na Terra? Pois cabe a cada um de nós entrar na vibração da energia índigo, despertando para uma nova consciência, uma nova realidade, alinhando-se com nossa vibração energética e buscando a mudança. É papel de cada um.

* Algumas características Índigo

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* Dicas para quem vive com uma criança índigo: é preciso criar um ambiente que estimule talentos e dons, pois eles têm muitos e não podem ser desmotivados; quando for preciso dizer não, há de se explicar o porquê desse não, pois índigos são questionadores, desde muito pequenos, precisam de respostas que tenham fundamento; o bom e velho “É não e não e pronto” não serve mais para essas crianças; dedique um tempo para ela, esteja conectado com ela (conexão real, não só virtual); tenha firmeza ao falar, pois elas são muito inteligentes e perceptivas, irão perceber sua insegurança ou falta de atenção.

* Personalidade das Crianças Índigo: existem muitas, mas 4 principais e mais identificáveis

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* Exemplos de Crianças Índigo

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* Mais dicas:

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Para mais informações: meditacaoemfamilia@gmail.com

Namastê! Blessed be!

Leitura aleatória IV

Cada um deve olhar para seu interior e refletir se o que tem feito na vida é coerente com os ditames de sua razão, com tudo o que a natureza lhe proporcionou e acima de tudo se está agindo com os clamores da voz interior, da alma sintonizada com sentimentos nobres e pensamentos altruístas. Quando cada um age de acordo com seu dharma, toda a natureza age a seu favor, e, quando atua contra, o ser nada contra a correnteza.

(Livro Dharma: Harmonia Cósmica – Antonio Geraldo Buck; Mystic Editora; pg.53)

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Salve Oyá!

Sim, eu adoro desfiles de Carnaval e esse ano não consegui acompanhar como em outros anos, mas minha torcida é sempre para as mesmas (nessa ordem): Mangueira, Mocidade, Portela. E viva Estação Primeira de Mangueira, que ganhou (com merecimento) o Carnaval desse ano homenageando uma das Divas do Panteão brasileiro: Maria Bethânia.

Por que estou fazendo um post sobre isso? Porque é a Mangueira, porque o tema foi uma mulher brasileira, porque mostrou a beleza do sincronismo religioso brasileiro (muito presente na vida de Bethânia), porque minha veia estilística dos tempos de moda ferve, borbulha quando vê a beleza e a criatividade de um trabalho que soube mostrar maravilhosamente bem um tema como esse. Não sou de pular Carnaval (não mais, já fui, admito, kkkk), mas sempre tive fascínio pelos desfiles, imaginar como que um Carnavalesco e sua equipe fazem para traduzir em fantasias e alegorias um tema, contar uma estória em 1 hora e 30 minutos (acho que é isso) através da arte (é mais ou menos isso que se faz em uma coleção de moda, em um desfile de moda). Eles trabalham, minha gente, e muito. Eles se dedicam. Eles estudam. As pessoas gostam de ver somente o lado ruim das coisas, mas esquecem de ver o outro lado da moeda, um outro ponto de vista. Só pensam no dinheiro gasto, no exibicionismo de peitos e bundas; não pensam que tem gente que recebe por esse trabalho, que aprendeu coisas incríveis através dele, que dribla a crise e a violência todos os dias para se dedicar a esta arte; que preferiu entrar para a escolinha de música, ou dança, ou costura, ou marcenaria, da Escola de Samba do bairro, ao invés de ficar na rua trabalhando como laranja para traficantes, ou ingerindo drogas nas esquinas. Mas enfim, isso é outra história. Vamos ao desfile da campeã, que me emocionou!

O enredo: Maria Bethânia, a Menina dos Olhos de Oyá; uma homenagem aos 50 anos de carreira da cantora baiana. Nas alas, carros e alegorias, toda a religiosidade dela, suas músicas mais famosas, sua origem nordestina, sua vida, sua obra. Dona Canô, mãe de Bethânia, católica fervorosa; Bethânia foi inciada no Candomblé, então sempre uniu as duas religiões em sua vida. A primeira parte do desfile trouxe exatamente essa junção. Depois vieram as músicas, a carreira, ela.

As primeiras fantasias e alegorias trouxeram muita palha, vime, tons de dourado, amarelo, marrom, representando a parte Candomblé; em seguida entrou diversos tons de rosa, vermelho, branco e verde representando o Catolicismo; voltou a mesclar amarelo, laranja e ocre na parte da cultura nordestina e um mix de cores para falar da carreira e vida de Bethânia. Tudo divino!

Destaques:

  • A Comissão de Frente: A Mãe do Entardecer, O Balé das Guerreiras de Oyá. Trouxe 12 bailarinas representando as guerreiras africanas e um elemento cenográfico com uma Deusa Oyá no topo, vestida de vermelho.
  • Primeiro Casal de Mestre-Sala e Porta-Bandeira: Squel Jorgea (neta de Xangô da Mangueira), que abalou geral surgindo careca (fiquei bege quando soube que era uma careca de látex, muuuuito perfeita), e Raphael Rodrigues, simbolizavam o Axé do Candomblé; ela estava com pinturas de Carybé, em uma referência as mulheres marcadas com tinta no dia da iniciação que o artista retratou em suas aquarelas, e uma única pena rosa na testa, simbolizando a realeza; ela representava uma Iaô, filha de Santo.
  • O Carro Abre-Alas: Oyá e Oxum. Bethânia é filha de Oyá (Iansã), foi consagrada por Mãe Menininha de Gantois (se lê gantuá), que era filha de Oxum; dessa forma, essas duas divindades estão muito presentes na vida de Bethânia. Na frente do carro, búfalos, pois conta a lenda que Iansã se escondeu no couro de um búfalo para enganar a morte; no carro, as cabeças de búfalo estão em bronze, metal sagrado de Iansã; a segunda parte do carro é dedicada a Oxum, representada por uma integrante, se banhando, pois Oxum é a Deusa das Águas Doces e Cachoeiras.
  • Vieram Alas dividas em: Ala dos Orixás Masculinos, Ala dos Orixás Velhos, Ala dos Orixás Femininos, fechando o setor de Candomblé.
  • Um tripé inicia a parte católica: Estandarte de Devoção Católica, trouxe a imagem de São João e Santa Bárbara; em seguida uma Ala de Crianças, representando Cosme e Damião, lindos!
  • Ala das Baianas – Viva Santa Bárbara; trazia uma pintura da santa nas saias e balangandãs nas costas; o ouro velho das igrejas barrocas da Bahia estava presente na cor da fantasia, e elas traziam rosas vermelhas no corpo, em referência a Santa Bárbara.
  • O segundo carro- Altar de Devoção Católica; uma referência a devoção de Bethânia a Maria, mãe de Jesus, e ao Menino Deus; anjos barrocos formavam colunas sob o carro.
  • Achei interessante uma ala que fazia referência à Voz do Menino Brasil – Indígenas; ao invés de trazer uma fantasia em tons terrosos, ou palha, veio toda em tons de rosa, uma ousadia que deu certo.
  • Tripé Balangandã – Símbolo de Negritude, com vários amuletos de sorte, como figa, pimenta, osso…
  • Em seguida, o Carro Voa Carcará, fazendo referência a música que lançou Maria Bethânia.
  • A Bateria e sua Rainha estavam de Fera Ferida, outra música icônica na carreira da cantora.
  • Bethânia veio em um carro que representava o circo, pois ela, quando criança se encantou com o circo que passou pela cidade e queria ser artista circense.

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Samba-Enredo:

Quem me chamou? Mangueira
chegou a hora, não dá mais pra segurar
Quem me chamou? chamou pra sambar
Não mexe comigo, eu sou a menina de Oyá
Não mexe comigo, eu sou a menina de Oyá

Raiou… Senhora mãe da tempestade
A sua força me invade, o vento sopra e anuncia
Oyá… Entrego a ti a minha fé
O abebé reluz axé
Fiz um pedido pro Bonfim abençoar
Oxalá, Xeu Êpa Babá!
Oh, Minha Santa, me proteja, me alumia
Trago no peito o Rosário de Maria
Sinto o perfume… Mel, pitanga e dendê
No embalo do xirê, começou a cantoria

Vou no toque do tambor… ô ô
Deixo o samba me levar… Saravá!
É no dengo da baiana, meu sinhô
Que a Mangueira vai passar

Voa, carcará! Leva meu dom ao Teatro Opinião
Faz da minha voz um retrato desse chão
Sonhei que nessa noite de magia
Em cena, encarno toda poesia
Sou abelha rainha, fera ferida, bordadeira da canção
De pé descalço, puxo o verso e abro a roda
Firmo na palma, no pandeiro e na viola
Sou trapezista num céu de lona verde e rosa
Que hoje brinca de viver a emoção
Explode coração

Quem me chamou… Mangueira
Chegou a hora, não dá mais pra segurar
Quem me chamou… Chamou pra sambar
Não mexe comigo, eu sou a menina de Oyá
Não mexe comigo, eu sou a menina de Oyá.

 

Fotos: a maioria tirei do vídeo da Globo, outras do site do G1 e O Globo.

 

Carnaval um pouco de história.

Estava pensando em fazer um post sobre a origem do Carnaval, desde os tempos antigos até hoje, e eis que achei esse post maravilhoso e completinho da Kênia, do lindo blog Boho Chic! Então, rebloguei! 🙂

BLOG BOHO CHIC UBERABA

Olá galerinha! Tudo bem?

Todos gostam do Carnaval, uns para pular, cantar e dançar,ou simplesmente ver os carnavalescos na avenida de suas cidades.

O Carnaval Brasileiro é conhecido no mundo todo, pela sua exuberância,plumas e paetês, mulheres bonitas, mais o Carnaval é mais que isso? Vamos adentrar mais a fundo de como surgiu o Carnaval?

O Carnaval é uma festa que é marcada pelo “adeus à carne” que a partir dela se fazia um grande período de abstinência e jejum, como o seu próprio nome em latim “carnis levale” o indica[1][2] . Para a sua preparação havia uma grande concentração de festejos populares. Cada lugar e região brincava a seu modo, geralmente de uma forma propositadamente extravagante, de acordo com seus costumes.

Pensa-se que terá tido a sua origem na Grécia em meados dos anos 600 a 520 a.C, através da qual os…

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