O que é missão?

Temos a tendência a pensar que missão é algo grandioso, algo relacionado à espiritualidade, à cura, ajudar o planeta e ficar conhecido por todo mundo. Pensamos que missão é só o que aconteceu com Chico Xavier, Madre Tereza, Gandhi, ou o descobridor da penicilina, o criador da lâmpada, etc.

Mas acho que esse pensamento está equivocado e por isso acabamos por achar que nós não temos missão, ou se temos, é algo muito difícil e árduo, então é melhor nem descobrir o que é para não confundir ainda mais as coisas! Creio, na verdade, que missão é quando descobrimos o que queremos fazer, depois de conhecer nossas habilidades e talentos e a partir disso, sim, nosso fazer será benéfico para alguém, ou para alguns, ou muitos, ou quem sabe para o mundo. E isso pode ser qualquer coisa, desde que passamos a amar esse fazer, esse trabalho ou estudo.

Por exemplo:
– pode ser que sua missão seja fazer pão, e esse pão vai ser o melhor do seu bairro, você ficará conhecido(a) por fazer um pão tão gostoso, que pessoas virão de outros lugares só para comprar seu pão…
– pode ser que sua missão seja ser um(a) professor(a) dedicado(a), diferente, e vai formar muitos alunos dedicados, que virão a ser grandes profissionais; ou quem sabe será professor(a) de um(a) aluno(a) que será o Nobel da Paz em 2030 e quando ele ou ela for fazer o discurso ao receber o prêmio, vai dizer: “Eu sou o que sou hoje porque um dia um(a) professor(a) me disse que a paz era a única coisa pela qual valia a pena lutar, e eu guardei essas palavras como um desafio e me dediquei a buscar a paz todos os dias”! A missão desse(a) aluno(a) era se dedicar a paz, a do(a) professor(a) era dizer aquelas palavras…
– pode ser que sua missão seja virar pesquisador(a) na área da medicina e descobrir uma vacina contra uma doença grave; ou apenas virar um incentivo para que alguém descubra a cura a partir de suas pesquisas…
– pode ser que sua missão seja ser mãe de um rapaz que será viciado em drogas, mas que conseguirá superar o vício e virá a ser um palestrante, ajudando outros a sair do vício…
– pode ser que sua missão seja ser um jogador de futebol famoso, que servirá de inspiração para um menino que está diante de um traficante pedindo para ele ser seu “ajudante”, mas ele prefere ir à escolhinha de futebol, porque quer ser o próximo “Neymar”…

A missão do Chico Xavier era ser o que sabemos que ele é… a missão da mãe do Chico Xavier era ser a mulher que deu à luz a um ser que iluminaria a vida de muitas pessoas. Ninguém fala dela, não sabemos seu nome (ou se sabemos não lembramos), mas a missão dela foi essa e tudo bem não sabermos seu nome, ela cumpriu sua missão e está em paz.

A missão do cara que descobriu a penicilina era essa, mas teve alguém que ajudou ele em algum momento, facilitando seu trabalho ou sua vida para que ele pudesse se dedicar às suas pesquisas, e essas pessoas tinham essa missão – ajudar Alexandre Fleming de alguma forma: uma secretária, um jardineiro, uma faxineira, um ajudante de laboratório…

Então acredito que a melhor definição para missão é: ser a pessoa certa, na hora certa, fazendo a coisa certa. Independentemente do que seja.
Por isso vamos parar de achar que missão é só as coisas espetaculares. E vamos nos dedicar a refletir sobre nosso papel aqui na Terra. Estamos num momento muito especial desse planeta: sua transição, sua evolução para uma elevação energética e estar alinhado com nosso centro, nosso Eu Superior e nossa missão é fundamental para que possamos trilhar esse caminho através do amor e não da dor. Nem tudo é e será um “mar de rosas”, mas também não precisa ser um “caminho cheio de espinhos”.

Autoconhecimento é a chave para descobrir-se, autocurar-se e despertar a consciência e não existe outro caminho. Autoconhecimento é a chave que abre as portas para seu Eu Superior, para sua Família de Luz e para a descoberta de sua missão.

E a maior missão de todas é: estarmos aqui, nesse momento, e ascender com o Planeta Terra, a Grande Estrela da Liberdade! Sejamos luz, onde quer que estejamos, o que quer que façamos, sejamos luz e tudo irá caminhar como deve ser.

Amor e bênçãos!
De meu EU SOU para vosso EU SOU!
De minha Família de Luz, para vós!

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Sobre a resistência à cura

Quando temos um problema de saúde ou doença, seja do corpo físico, do mental ou do emocional, desejamos ser curados. Mas quantos de nós realmente busca a cura verdadeira? Quantos de nós estão dispostos a se curar de fato?
Parecem perguntas descabidas, sem sentido… imagina que alguém não vai querer ficar curado! Mas não tem nada de descabido aqui, e escrevo esse texto baseado na minha experiência como Terapeuta Holística Espiritualista. E vejam que também me incluo nessa reflexão (quantos de nós…), porque continuo com minhas vivências espirituais de cura e despertar e sei do que estou falando.

Então vamos à análise que me levou a essa constatação. Todos nós temos um eu-sombra, o autossabotador que faz parte de nosso eu inferior – o ego. Esse eu-sombra é desconhecido da grande maioria das pessoas; somente quando começamos a nos espiritualizar é que passamos a conhecê-lo de fato, pois toda abertura espiritual começa com o autoconhecimento e o despertar de tudo o que temos no interior de nossa mente. É aí que a sombra vem à tona, pois temos que conhecer essa sombra, para nos libertar de seu domínio.

Para curar nossos corpos – físico, mental, emocional – é preciso encarar o eu-sombra e superá-lo. Isso leva tempo, requer muito esforço e dedicação, muita força de vontade. O ego, quando percebe que estamos querendo despertar dessa forma, se rebela e começa a usar todas as suas armadilhas para impedir que aconteça esse despertar. Pois, a partir do momento que descobrirmos o mal que fazemos a nós mesmos, não permitiremos mais ser controlados e dominados pelo ego. E então começam a acontecer coisas que sempre nos “impedem” de continuar nossa cura e passamos a usar essas coisas como “desculpas” para não continuar um tratamento, por exemplo: passar mal, ter ataques de nervosismo e ansiedade; ficar sem dinheiro; o carro vai para a oficina; viagens surgem, doenças aparecem, enfim, uma série de problemas acontecem, que nos impedem de ir à terapia ou à sessão de cura. E ainda podem surgir pessoas que, com suas opiniões julgadoras, nos põem dúvida sobre o que estamos fazendo: “isso não funciona”; “isso é bobagem”; “isso é perigoso”; “isso está deixando você pior”; “isso não é de Deus”, e etc.

Quando chega nesse ponto, algumas pessoas interrompem a terapia e só voltam quando estão mal e não sabem mais o que fazer. Outras abandonam totalmente e não voltam mais. Mas tem os que resistem, pois percebem (ou são antecipadamente alertados por seus terapeutas) que isso é armadilha do autossabotador. Sim, o eu-sombra tem o poder de “criar/atrair” situações que nos impedem de obter a cura. Como pode isso?

Tudo nesse mundo é energia (até parece redundante falar isso o tempo todo, mas é). Cada energia vibra uma certa frequência, ora baixa, ora neutra, ora alta. O eu-sombra vibra numa frequência baixa e afeta nosso campo energético, desequilibrando nossos chakras, desarmonizando nossa aura e desestabilizando nossa mente. Dessa forma nos tornamos um ímã para coisas ruins – os chamados “azar, zica, macaca, bruxa solta”. A maioria das pessoas faz isso a si mesmo de forma inconsciente, mas tem umas que fazem isso conscientemente, porém disfarçam!

Por isso, toda a vez que você buscar ajuda/tratamento para um problema que está te afetando e de repente você se vê “atraindo” impedimentos, seja persistente e não pare, não interrompa essa vontade de se curar. Tenha consciência de que seu autossabotador foi ativado e está tentando te controlar, então desative-o. Só você pode fazer isso. Como desativá-lo? Tendo pensamentos fortes, positivos, de liderança, exatamente como se estivesse se impondo como chefe de alguém que não quer fazer o serviço. Diga: “Chega autossabotador! Você não me controla mais! Não vou te dar ouvidos! Não importa o que você faça, vou continuar minha cura e meu despertar!”. Mas tem que ter uma força de vontade sobre-humana. Você também pode pedir ajuda aos Seres de Luz que você costuma crer – Anjo, Deus, Orixá, Santo, Divindade… – para que te ajudem a continuar seu tratamento e libertar-se das influências do autossabotador.

E com relação às outras pessoas (aquelas que fizeram o papel de eu-sombra exterior), deixe-as com seus julgamentos e suas críticas. Não “bata de frente”, apenas não se deixe levar por suas opiniões. O corpo é seu. A cura é sua. O caminho é seu. E cada um está em um nível nessa jornada, portanto não há fundamento em comparar experiências. Se você tiver dúvidas com relação ao tratamento que estiver fazendo, converse com a(o) terapeuta, e sinta em seu CORAÇÃO o que você deve fazer.

De fato, nem todas as terapias funcionam em determinado momento, é preciso sempre ir testando; e nem todo terapeuta/curador é realmente profissional, por isso é sempre bom sentir, intuir sobre essa pessoa. Você pode conversar com outras pessoas que fizeram tratamento com tal profissional, ou buscar seguir alguém que foi indicado, mas sempre reflita sobre os comentários a respeito desse profissional, para saber se é uma opinião baseada no autossabotador da pessoa que está falando, ou se de fato a recomendação ou não, é verdadeira.

E lembre-se sempre: as pessoas que servem como terapeutas, curadores, médicos, psicólogos, serão o meio pelo qual você chegará até a cura, mas não são os responsáveis pela sua cura; a cura é feita por cada um, conforme a dedicação e empenho a tudo que é indicado. A cura para todos os males está dentro de nós; existem ferramentas para despertar essa autocura, mas nós temos que nos entregar a ela.

De meu Eu Sou para o vosso Eu Sou. Com Amor e bênçãos!
Taize Santos – Terapeuta Holística Espiritualista

O meu 2016

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Se eu pudesse resumir o meu 2016 em uma frase, seria:

Ninguém se torna iluminado por imaginar figuras de luz, mas sim por tornar consciente a escuridão. (C.G. Jung)

Não quero dizer que me tornei iluminada, ainda não! (Risos) Mas tornei consciente minha escuridão e dessa forma creio ter dado um bom salto na minha evolução como humana e como espírito. E foi forte! Ainda sinto os respingos da turbulência emocional pela qual passei. Foram 36 anos de lixos emocionais acumulados que vieram à tona de uma hora para outra, causando um pequeno transtorno mental/emocional/energético. Por momentos achei que ia enlouquecer pra valer, mas a certeza de que tudo nessa vida tem um motivo e nada é por acaso, me fez ver a situação de um outro prisma e me encarar de frente.

Claro que não passei por tudo sozinha, tive ajuda de pessoas queridas, apoio de amigos que com simples palavras conseguiam me acalmar e mostrar a luz no fim do túnel. E o mais interessante foi que fui usando em mim tudo o que estou aprendendo desde o ano passado, como se fosse uma prova sabe, um teste, para ver se eu estava aprendendo tudo direitinho (risos). Ou seja, tratei (na verdade estou tratando) Síndrome do Pânico e Agorafobia com: florais, meditação, Códigos Grabovói e Reiki; além de algumas sessões de Barras de Access com minha terapeuta/amiga/mestra super/mega/hiper maravilhosa.

Nos “dias escuros” (é como eu chamo o mês em que a coisa foi mais feia) aprendi muito sobre mim. Me autoanalisei profundamente e descobri coisas que não conhecia, relembrei coisas que tinha esquecido e me libertei de coisas que carregava sem necessidade. Durante os últimos três anos venho estudando muitas coisas voltadas para a espiritualidade, para o autoconhecimento e sobre energia. O que está sendo imprescindível para minha cura e equilíbrio. Agora, se alguém chega para mim e diz que as coisas com as quais eu trabalho não funcionam, eu posso afirmar com todas as letras: FUNCIONA SIM. Mas não é fácil, é preciso uma entrega e uma dedicação profundas, pois não é como a cura proporcionada pela medicina tradicional, em que você toma um medicamento que mascara o sofrimento e a dor logo em seguida, sem que você aprenda o porque daquilo estar ocorrendo. Não é como tomar um remédio para dor de cabeça e plim, sumiu. Não, é preciso ir fundo na questão, colocar tudo para fora, analisar e começar a apagar aquilo tudo, coisinha por coisinha. E leva tempo minha gente, não é do dia para a noite. E tem que fazer tudo certinho dia após dia. Sabe aquele famoso ditado “matar um leão por dia”? Aqui cabe perfeitamente, pois sendo o leão a representação das emoções negativas, é exatamente isso que temos que fazer, matá-lo todos os dias, pois do nada aquela emoção à flor da pele volta e você tem que vencê-la, superá-la, não deixar ela te atacar e te dominar.

2016 foi um ano intenso, em todos os sentidos, mas certamente o ano de maior aprendizado, pelo menos para mim. Portanto, ao contrário do que muitos podem estar dizendo e eu até compreendo seus motivos, eu posso dizer: Gratidão Universo por tudo que me ensinaste este ano! Por me permitir o autoconhecimento e o início de minha autocura completa!

Daqui pra frente, um novo ciclo de fato se inicia, pois deixamos a era regida pelo Sol e passamos a ser regidos por Saturno. Para mim mais ainda, pois vou pegar tudo o que aprendi e começar a mudança, potencializada pelo planeta que rege meu signo! Saturno não é fácil, eu sei bem!!! É denso, lento, exigente. Mas é o planeta dos construtores, do trabalho árduo, da sabedoria. Pode ser considerado o ancião que tudo sabe, tudo passou e transforma tudo em experiência e aprendizado.

Que venha 2017, sem expectativas, sem promessas, apenas desejo que mundialmente ele seja mais leve que esse que está acabando e para mim que seja de mais descobertas, mais cura, mais aprendizado e que eu possa continuar compartilhando o que aprendo e descubro, para assim auxiliar outras pessoas que estão passando pelas mesmas questões, afinal só quem passou por uma experiência é que pode ajudar; o conhecimento só tem utilidade se compartilhado e transformado em algo benéfico para alguém.

Que através de meu trabalho eu possa ajudar outras pessoas a se autodescobrirem e se autocurarem. Que meus estudos e minhas experiências sirvam para ajudar quem precisa. Que eu possa, através do que sei, despertar mais pessoas, empoderar mais pessoas e mostrar que o caminho da evolução está dentro de nós. Tudo está dentro de nós.

Para finalizar, sobre 2016, é como já disse o rei:

Se chorei ou se sorri, o importante é que emoções eu vivi!

Tchau 2016!!!

Vem 2017, te espero de braços, mente e peito aberto!!!

UM 2017 REPLETO DE CURA, AMOR PRÓPRIO E DESPERTAR PARA TODO MUNDO!

Blessed be! Namastê!

Vibração 9 9 9 – o poder desse dia

Hoje é um dia bem especial, energeticamente falando. Além da entrada da Lua Crescente que ocorreu pela manhã, estamos vibrando o número 9, pois hoje é três vezes 9: sendo dia 9, do mês 9 de 2016, que somado 2+0+1+6=9.

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Segundo alguns espiritualistas estudiosos de ciclos e energia, hoje encerramos um ciclo de 9 anos cármicos e precisamos pensar muito bem no que queremos para os próximos 9 anos. Devemos cuidar muito do que pensamos hoje. Devemos esquecer o passado e pensar apenas no que queremos para o futuro. Pensar em nossos planos, objetivos e sonhos, pois tudo o que pensamos hoje será potencializado. Acredito que ninguém queira repetir os erros e problemas dos últimos nove anos, todo mundo quer coisas novas não é? Então vamos pensar no que queremos, e não no que não queremos. Mas para isso precisamos nos desapegar do “como isso vai acontecer”. Isso não nos interessa, precisamos pensar no que queremos, emanar isso para o Universo e desejar que ele nos envie o que precisamos para realizar nossos desejos e sonho. Precisamos nos desapegar das expectativas também, apenas desejar e ser otimista, nos conectar com nossa essência e nosso poder interno e dessa forma nossa energia estará de acordo com o que precisamos para viver plenamente.

Vamos aproveitar essas energias que se abrem para nós, afinal uma ajudinha é sempre bem vinda.

Se deseja se organizar internamente para os próximos anos, posso te ajudar com um de meus trabalhos, através do Estudo Holístico da Personalidade (veja aqui uma amostra de como é), onde farei para você a análise numerológica do seu nome, análise numerológica de sua data de nascimento, análise da sua carta pessoal do tarô, indicação de floral pessoal baseado na sua data de aniversário e o ano que estamos, além da análise de signo, ascendente e anjo guardião. Um trabalho completo para te ajudar a se alinhar com sua essência. Solicite pelo email tai.olisantos@gmail.com ou via chat do facebook.com/taisantosterapias.

Blessed be! Namastê!

Lado A e Lado B conversando

Considere:

LA: lado A – racional                LB: lado B – emocional            I: intuição – caminho do meio

Papo 1

LB: caramba, como queria falar para aquela pessoa que estou gostando dela, mais do que ela pensa!

LA: e por que não fala?

LB: fico com medo do que a pessoa vai dizer, pensar… pode se afastar, me achar carente, sei lá.

LA: mas você viu as indiretas! E o jeito de olhar/falar/escrever, só pode ser recíproco!

LB: não é não, tudo coisa dessa cabeça que está sempre se iludindo; essa pessoa nem sabe que existo, ou nem lembra; melhor esperar pra ver.

LA: e vai perder a chance! Esperar até quando? E se essa pessoa conhecer outra pessoa mais interessante?

I: medo, dúvida, ilusão, insegurança, falta de confiança nananana… quanta bobagem! Parem com isso, respirem… sentimentos são coisas que moram dentro da gente e devem ser expressados, não com palavras apenas, mas com gestos. Se precisar expressar com palavra, fale, mas não espere receber de volta. Sentimento não é moeda de troca. Deve ser sentido, apenas isso. Passe o sentimento adiante e não cobre da outra pessoa. O que vai acontecer não cabe a você. O seu sentimento é responsabilidade sua, o sentimento do outro é responsabilidade do outro, simples assim. Mas se está com medo ou vergonha, se precisa da aprovação alheia, então melhor guardar suas emoções consigo, pois se não sabe lidar com o que pode vir, aprenda primeiro, depois passe para a ação.

Papo 2

LA: como queria trocar de emprego, estou cansada(o) de não ser reconhecida(o), de servir de capacho, de não ter uma boa remuneração, de não poder expressar minhas ideias, de não ter minhas ideias reconhecidas…

LB: beleza, vamos trocar!

LA: imagina!! De que jeito! Com a crise que está, vou ficar procurando outro emprego um tempão!

LB: ótimo, então vamos trabalhar por conta.

LA: e como vou ajudar em casa, pagar as contas? Não posso ficar me aventurando.

LB: mas é na ousadia, na aventura, na audácia que nascem os melhores projetos! Chega dessa rotina estressante que não paga bem, não nos dá prazer, não nos leva a nada!

LA: não… vamos esperar mais um pouco… vou guardando um pouco de dinheiro para não me aventurar sem um pila no bolso. Vou colocar no papel, planejar melhor.

I: planejar ou agir? Meditar… esse é o caminho. As respostas não estão lá fora, estão dentro, num lugar profundo que pouco (ou  nunca) acessamos. Se está descontente, é porque está no lugar errado. Se tem medo de ousar, é porque não sabe ousar. Então ache o caminho do meio. Busque um novo trabalho, onde possa ser reconhecida(o) e remunerada(o) de acordo com suas expectativas. Faça isso sem abandonar o emprego atual, mas faça acreditando que vai conseguir. Existe crise sim, mas existe muitos tipos de trabalho e tudo é uma questão de atração. Entre na vibração do que você quer e vá em busca, não espere cair do céu, mas também não saia desesperada(o) atropelando tudo. Deixe fluir…

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Podia citar vários “papos”, sobre assuntos diversos: relacionamento, trabalho, saúde, estudo, religião… O fato é que, como dizem, a maioria de nossos problemas acontecem porque “sentimos quando devemos pensar e pensamos quando devemos sentir”; mas na verdade o que devemos mesmo é Intuir, assim nunca erramos. Isso é bem mais difícil do que parece, porque a conversação mental é tão grande entre o lado A e o lado B, que raramente escutamos os murmúrios da intuição, a pobrezinha fica lá enviando sinais, tentando ser ouvida, mas os dois malucos ali não param de tagarelar. Sim , porque a intuição não grita, não fala alto, ela sussurra. Quem grita é o pensamento. Quem escancara é a emoção. A intuição chega de mansinho, bem de mansinho.

A chave para nosso equilíbrio é manter mente quieta e emoções controladas, para viver segundo as indicações da sabedoria interior, que é o que chamamos de intuição. Mas para isso, precisa de treino, muuuuito treino!

Blessed be! Namastê!

 

Vidas passadas e os bloqueios emocionais

Não sou uma especialista no assunto, mas tenho pesquisado e refletido muito sobre isso. Nas Terapias Holísticas, no qual atuo, temos a premissa de ajudar o paciente a transmutar energias negativas e libertar as energias estagnadas; trocando em miúdos: se livrar de coisas que não servem mais e os impede de seguir adiante com suas vidas de forma leve e feliz. Florais, meditações, uma série de tratamentos são aplicados a fim de liberar bloqueios, traumas, negatividade e toda carga desnecessária e prejudicial. Fazemos isso com base na anamnese sobre seu presente e seu passado, no meu caso ainda utilizo a Interpretação de Sonhos e Tarot Terapêutico, para ir “mais fundo”. Quando percebemos que existem questões que não são dessa vida, recomendamos que busquem um profissional que trabalhe com regressão.

Eu pessoalmente, nunca passei por uma sessão de regressão. Já fiz uma sessão de Registros Akáshicos, sobre a qual fiz até um post, mas nunca uma regressão propriamente dita. De uns tempos para cá estou tendo sonhos que me mostram claramente que estou acessando alguma vida passada e como trabalho com Terapia de Sonhos e também com meditação, sei quando isso acontece. Estudando espiritualidade, sabemos que muitas pessoas estão tendo esse contato involuntariamente, pois a energia à qual estamos sendo submetidos, permite que essas lembranças venham à tona a qualquer momento, principalmente se somos sensitivos e abertos a esse tipo de energia.

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No último fim  de semana um sonho desses me chamou a atenção, me inspirando a escrever este post. O sonho foi o seguinte:

Sonhei com algo que parecia ser um filme, mas creio ser uma vida passada. Me levaram a um campo muito grande, aberto; pelas vestimentas que todos estavam, inclusive eu, parecia ser século 18; eu estava parada, de pé, sozinha, no meio do campo e tinha uma casa ou barraca à minha frente, onde eu deveria caminhar até ela e fazer algo como uma votação, ou assinar algum documento, não lembro direito; à minha direita, bem ao longe tinham soldados com armas apontadas para mim, caso eu não fizesse o que tinha que fazer e fugisse; à minha esquerda perto de mim haviam pessoas que pareciam ser conhecidas, da família, algo assim, me esperando e tinha uma outra casa, como se fosse um lugar para comermos, depois que eu fizesse o que tinha que fazer; todo esse cenário havia sido montado especialmente para essa ocasião; lembro de ter a sensação de que aquilo já havia acontecido uma outra vez, mas tinha sido muito tenso, porque eu resolvi ir ao banheiro antes de assinar o tal documento e os soldados acharam que eu ia fugir e quase que me mataram, foi uma confusão, então nesse dia (do sonho) eu olhei para a tal casa na minha frente, que eu tinha que ir, lembrei desse ocorrido e fui fazer o que tinha que fazer de uma vez, sem perguntar nada, rapidamente, desci até ela, pois era uma leve descida, entrei, avistei uma mesinha, um papel, aquelas canetas com pena, escrevi meu nome, tinha uma pessoa na frente, olhou, confirmou e eu saí, todos ficaram felizes, os soldados abaixaram as armas; logo em seguida veio uma mulher me abraçar, ficou enganchada em meu braço e fomos para a outra casa para comermos, junto com várias pessoas e aí o sonho mudou, já era o tempo atual, estávamos com as roupas atuais, numa espécie de lancheria, e eu estava escolhendo o que comer, avistei uns pastéis, a maioria das pessoas estava pegando pratos com comida, tipo P.F., mas eu senti vontade de comer um pastel folhado, então olhei para trás e vi que uma amiga havia pegado o tal pastel, pedi para ela se estava bom, ela fez sinal que sim, então pedi para o atendente aquele pastel, ele me olhou e disse que se eu quisesse ele fazia um prato de comida diferente, mas eu insisti e disse que não queria comida, queria o pastel. Depois disso, acordei.

Logo que acordei, no meio da madrugada, o primeiro pensamento que tive foi: “Isso foi uma vida passada”. Anotei rapidamente algo sobre o sonho, para lembrar no outro dia e voltei a dormir. No outro dia, óbvio, anotei esse sonho e comecei a interpretá-lo, procurei lembrar se havia assistido algum filme, novela, seriado com uma cena dessas, mas nada. Aquele pensamento de que era uma recordação de uma vida ficava vindo o tempo todo. Então parti desse princípio e comecei a analisar qual a mensagem deveria tirar dessa recordação.

Sei que temos muitas questões a resolver, crenças limitantes e bloqueios emocionais que criamos nessa vida mesmo, mas acredito que quando algo assim surge involuntariamente, devemos prestar atenção e analisar, procurar entender o que temos a aprender com isso. Escuto muitas pessoas falando que ficar remexendo nas coisas do passado é bobagem, não nos leva a nada, devemos olhar o futuro e trabalhar para chegar lá bem. Só que tem o seguinte meus amigos: se você tem coisas presas por dentro, fica escondendo, “enfiando” em gavetas internas e trancando com chaves para nunca mais ver, dificilmente você chegará no seu tão sonhado futuro feliz! Sinto muito te dizer isso, mas é a mais pura verdade. Partindo do princípio que toda doença e todo problema de saúde surge antes no nosso Corpo Energético, passa para o Corpo Emocional ou Mental e aí se manifesta no Físico, esses “spans” e “cookies” que a gente deixa acumulando por dentro e não elimina, vão virar problemas. E ainda tem a questão de que TUDO É ENERGIA, certo? Pois essas coisas que não resolvemos e escondemos são energias estagnadas, portanto você não vai conseguir entrar na vibração do que você quer realizar, enquanto tiver essas energias estagnadas dentro de você, simples assim!

Vamos tomar como exemplo esse meu sonho. Qual a mensagem que ele me passou: vivi em uma época em que éramos obrigados a fazer algo, assinar contratos, viver segundo leis rígidas ou convenções; fazer algo por obrigação ou status; isso criou um crença inconsciente de que desobedecer uma ordem pode ser mortal, ou se não for assassinada, posso ser excluída, esnobada, evitada, linchada, etc. Sendo mulher, isso era dez vezes pior! Hoje, percebi que sempre tive dificuldades em levar meus projetos adiante, finalizar coisas que tinha muita vontade de fazer. Antigamente, ouvia muito, principalmente de pessoas muito próximas, que “tal coisa” não ia dar certo, não ia ficar bom, era muito difícil, só quem tem dinheiro consegue e assim por diante. Sempre discutia, não “dava ouvidos” e tentava assim mesmo, mas de fato acabava me frustrando, porque lá no fundo eu escutava esses comentários; lá no fundo, inconscientemente eu pensava da mesma forma. Por quê? Culpa das pessoas que estão a minha volta? Obviamente que não, pois independentemente do que as pessoas falam, nós somos responsáveis por absorver o que dizem ou não. Esse sonho me mostrou que estava repetindo um padrão emocional muito antigo, muito antes dessa vida atual. Eu era forçada a fazer o que não queria por medo. Naquela ocasião, não era uma questão de agradar ou não, era de ser assassinada ou não!!! Hoje não é mais assim, mas o padrão de pensamento ficou. Assim que tomei consciência disso, me curei. Liberei aquela energia, tendo a certeza de aquilo já passou, não vou mais passar novamente. São outros tempos e tenho plena responsabilidade sobre minhas escolhas, mesmo com as pessoas ao meu lado “com suas armas de fogo”, uma perfeita metáfora para críticas alheias, não acham! E percebem a continuação do sonho, na vida atual, a questão de uma simples escolha de comida? O rapaz queria me convencer a comer o que todo mundo estava comendo, mas eu não queria! Mas mesmo assim, só decidi minha escolha depois de ver que era de fato bom, pois outra pessoa estava comendo. Ou seja, não fui no “rastro” da maioria, nem do rapaz atendente, mas precisei ter certeza de “que era bom”. Então ainda preciso aprender isso, ousar, confiar, experimentar, sem medo. Se for ruim, compra outro! Claro que um lanche é bem mais simples, mas levar essa decisão para coisas maiores é sempre mais complicado, mas a questão da confiança é a mesma. Confiar na sua escolha e ter a certeza de que se não der de um jeito, dá de outro. Aprender a confiar na intuição, que nunca nos engana, mas só conseguimos escutar nossa intuição se silenciarmos a mente, pararmos de escutar a opinião alheia e nos livrarmos das emoções reprimidas.

O que sugiro a quem tiver uma experiência como a minha, que procure analisar a mensagem de sua recordação e transmutar aquela energia negativa, mudar a frequência daquela vibração, daquele pensamento e emoção. E quem acha que precisa liberar coisas, pois não está conseguindo “ir para a frente”, procure ajuda nas Terapias Holísticas e Espiritualistas e livre-se das cargas que não lhe pertencem mais.

Blessed be! Namastê!

O que me define afinal?

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O que me define não é o peso, a altura…

É a intensidade do meu abraço, a sinceridade do meu aperto de mão, o tamanho do meu sonho!

O que me define não é meu tipo de cabelo…

É o quanto estou disposta a me descabelar por prazer!

O que me define não a cor da minha pele, do meu cabelo, dos meus olhos, dos dentes…

É o brilho dos olhos, o brilho do sorriso!

O que me define não é o timbre da minha voz…

É o tom dela quando falo “te amo” ou “te odeio”, demonstrando a sinceridade do que digo!

O que me define não são minhas preferências culinárias…

É minha fome de vida!

O que me define não é quantos quilômetros caminho ou corro…

É o bailado do meu andar conforme meu estado de espírito!

O que me define não é o meu signo…

É o que faço sabendo quais são meus defeitos e minhas qualidades!

O que me define não é a minha profissão…

É minha capacidade de lutar pelos meus sonhos!

Se você não é capaz de entender as subjetividades, nunca irá compreender uma pessoa de verdade!

Blessed be! Namastê!