Lado A e Lado B conversando

Considere:

LA: lado A – racional                LB: lado B – emocional            I: intuição – caminho do meio

Papo 1

LB: caramba, como queria falar para aquela pessoa que estou gostando dela, mais do que ela pensa!

LA: e por que não fala?

LB: fico com medo do que a pessoa vai dizer, pensar… pode se afastar, me achar carente, sei lá.

LA: mas você viu as indiretas! E o jeito de olhar/falar/escrever, só pode ser recíproco!

LB: não é não, tudo coisa dessa cabeça que está sempre se iludindo; essa pessoa nem sabe que existo, ou nem lembra; melhor esperar pra ver.

LA: e vai perder a chance! Esperar até quando? E se essa pessoa conhecer outra pessoa mais interessante?

I: medo, dúvida, ilusão, insegurança, falta de confiança nananana… quanta bobagem! Parem com isso, respirem… sentimentos são coisas que moram dentro da gente e devem ser expressados, não com palavras apenas, mas com gestos. Se precisar expressar com palavra, fale, mas não espere receber de volta. Sentimento não é moeda de troca. Deve ser sentido, apenas isso. Passe o sentimento adiante e não cobre da outra pessoa. O que vai acontecer não cabe a você. O seu sentimento é responsabilidade sua, o sentimento do outro é responsabilidade do outro, simples assim. Mas se está com medo ou vergonha, se precisa da aprovação alheia, então melhor guardar suas emoções consigo, pois se não sabe lidar com o que pode vir, aprenda primeiro, depois passe para a ação.

Papo 2

LA: como queria trocar de emprego, estou cansada(o) de não ser reconhecida(o), de servir de capacho, de não ter uma boa remuneração, de não poder expressar minhas ideias, de não ter minhas ideias reconhecidas…

LB: beleza, vamos trocar!

LA: imagina!! De que jeito! Com a crise que está, vou ficar procurando outro emprego um tempão!

LB: ótimo, então vamos trabalhar por conta.

LA: e como vou ajudar em casa, pagar as contas? Não posso ficar me aventurando.

LB: mas é na ousadia, na aventura, na audácia que nascem os melhores projetos! Chega dessa rotina estressante que não paga bem, não nos dá prazer, não nos leva a nada!

LA: não… vamos esperar mais um pouco… vou guardando um pouco de dinheiro para não me aventurar sem um pila no bolso. Vou colocar no papel, planejar melhor.

I: planejar ou agir? Meditar… esse é o caminho. As respostas não estão lá fora, estão dentro, num lugar profundo que pouco (ou  nunca) acessamos. Se está descontente, é porque está no lugar errado. Se tem medo de ousar, é porque não sabe ousar. Então ache o caminho do meio. Busque um novo trabalho, onde possa ser reconhecida(o) e remunerada(o) de acordo com suas expectativas. Faça isso sem abandonar o emprego atual, mas faça acreditando que vai conseguir. Existe crise sim, mas existe muitos tipos de trabalho e tudo é uma questão de atração. Entre na vibração do que você quer e vá em busca, não espere cair do céu, mas também não saia desesperada(o) atropelando tudo. Deixe fluir…

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Podia citar vários “papos”, sobre assuntos diversos: relacionamento, trabalho, saúde, estudo, religião… O fato é que, como dizem, a maioria de nossos problemas acontecem porque “sentimos quando devemos pensar e pensamos quando devemos sentir”; mas na verdade o que devemos mesmo é Intuir, assim nunca erramos. Isso é bem mais difícil do que parece, porque a conversação mental é tão grande entre o lado A e o lado B, que raramente escutamos os murmúrios da intuição, a pobrezinha fica lá enviando sinais, tentando ser ouvida, mas os dois malucos ali não param de tagarelar. Sim , porque a intuição não grita, não fala alto, ela sussurra. Quem grita é o pensamento. Quem escancara é a emoção. A intuição chega de mansinho, bem de mansinho.

A chave para nosso equilíbrio é manter mente quieta e emoções controladas, para viver segundo as indicações da sabedoria interior, que é o que chamamos de intuição. Mas para isso, precisa de treino, muuuuito treino!

Blessed be! Namastê!

 

Vidas passadas e os bloqueios emocionais

Não sou uma especialista no assunto, mas tenho pesquisado e refletido muito sobre isso. Nas Terapias Holísticas, no qual atuo, temos a premissa de ajudar o paciente a transmutar energias negativas e libertar as energias estagnadas; trocando em miúdos: se livrar de coisas que não servem mais e os impede de seguir adiante com suas vidas de forma leve e feliz. Florais, meditações, uma série de tratamentos são aplicados a fim de liberar bloqueios, traumas, negatividade e toda carga desnecessária e prejudicial. Fazemos isso com base na anamnese sobre seu presente e seu passado, no meu caso ainda utilizo a Interpretação de Sonhos e Tarot Terapêutico, para ir “mais fundo”. Quando percebemos que existem questões que não são dessa vida, recomendamos que busquem um profissional que trabalhe com regressão.

Eu pessoalmente, nunca passei por uma sessão de regressão. Já fiz uma sessão de Registros Akáshicos, sobre a qual fiz até um post, mas nunca uma regressão propriamente dita. De uns tempos para cá estou tendo sonhos que me mostram claramente que estou acessando alguma vida passada e como trabalho com Terapia de Sonhos e também com meditação, sei quando isso acontece. Estudando espiritualidade, sabemos que muitas pessoas estão tendo esse contato involuntariamente, pois a energia à qual estamos sendo submetidos, permite que essas lembranças venham à tona a qualquer momento, principalmente se somos sensitivos e abertos a esse tipo de energia.

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No último fim  de semana um sonho desses me chamou a atenção, me inspirando a escrever este post. O sonho foi o seguinte:

Sonhei com algo que parecia ser um filme, mas creio ser uma vida passada. Me levaram a um campo muito grande, aberto; pelas vestimentas que todos estavam, inclusive eu, parecia ser século 18; eu estava parada, de pé, sozinha, no meio do campo e tinha uma casa ou barraca à minha frente, onde eu deveria caminhar até ela e fazer algo como uma votação, ou assinar algum documento, não lembro direito; à minha direita, bem ao longe tinham soldados com armas apontadas para mim, caso eu não fizesse o que tinha que fazer e fugisse; à minha esquerda perto de mim haviam pessoas que pareciam ser conhecidas, da família, algo assim, me esperando e tinha uma outra casa, como se fosse um lugar para comermos, depois que eu fizesse o que tinha que fazer; todo esse cenário havia sido montado especialmente para essa ocasião; lembro de ter a sensação de que aquilo já havia acontecido uma outra vez, mas tinha sido muito tenso, porque eu resolvi ir ao banheiro antes de assinar o tal documento e os soldados acharam que eu ia fugir e quase que me mataram, foi uma confusão, então nesse dia (do sonho) eu olhei para a tal casa na minha frente, que eu tinha que ir, lembrei desse ocorrido e fui fazer o que tinha que fazer de uma vez, sem perguntar nada, rapidamente, desci até ela, pois era uma leve descida, entrei, avistei uma mesinha, um papel, aquelas canetas com pena, escrevi meu nome, tinha uma pessoa na frente, olhou, confirmou e eu saí, todos ficaram felizes, os soldados abaixaram as armas; logo em seguida veio uma mulher me abraçar, ficou enganchada em meu braço e fomos para a outra casa para comermos, junto com várias pessoas e aí o sonho mudou, já era o tempo atual, estávamos com as roupas atuais, numa espécie de lancheria, e eu estava escolhendo o que comer, avistei uns pastéis, a maioria das pessoas estava pegando pratos com comida, tipo P.F., mas eu senti vontade de comer um pastel folhado, então olhei para trás e vi que uma amiga havia pegado o tal pastel, pedi para ela se estava bom, ela fez sinal que sim, então pedi para o atendente aquele pastel, ele me olhou e disse que se eu quisesse ele fazia um prato de comida diferente, mas eu insisti e disse que não queria comida, queria o pastel. Depois disso, acordei.

Logo que acordei, no meio da madrugada, o primeiro pensamento que tive foi: “Isso foi uma vida passada”. Anotei rapidamente algo sobre o sonho, para lembrar no outro dia e voltei a dormir. No outro dia, óbvio, anotei esse sonho e comecei a interpretá-lo, procurei lembrar se havia assistido algum filme, novela, seriado com uma cena dessas, mas nada. Aquele pensamento de que era uma recordação de uma vida ficava vindo o tempo todo. Então parti desse princípio e comecei a analisar qual a mensagem deveria tirar dessa recordação.

Sei que temos muitas questões a resolver, crenças limitantes e bloqueios emocionais que criamos nessa vida mesmo, mas acredito que quando algo assim surge involuntariamente, devemos prestar atenção e analisar, procurar entender o que temos a aprender com isso. Escuto muitas pessoas falando que ficar remexendo nas coisas do passado é bobagem, não nos leva a nada, devemos olhar o futuro e trabalhar para chegar lá bem. Só que tem o seguinte meus amigos: se você tem coisas presas por dentro, fica escondendo, “enfiando” em gavetas internas e trancando com chaves para nunca mais ver, dificilmente você chegará no seu tão sonhado futuro feliz! Sinto muito te dizer isso, mas é a mais pura verdade. Partindo do princípio que toda doença e todo problema de saúde surge antes no nosso Corpo Energético, passa para o Corpo Emocional ou Mental e aí se manifesta no Físico, esses “spans” e “cookies” que a gente deixa acumulando por dentro e não elimina, vão virar problemas. E ainda tem a questão de que TUDO É ENERGIA, certo? Pois essas coisas que não resolvemos e escondemos são energias estagnadas, portanto você não vai conseguir entrar na vibração do que você quer realizar, enquanto tiver essas energias estagnadas dentro de você, simples assim!

Vamos tomar como exemplo esse meu sonho. Qual a mensagem que ele me passou: vivi em uma época em que éramos obrigados a fazer algo, assinar contratos, viver segundo leis rígidas ou convenções; fazer algo por obrigação ou status; isso criou um crença inconsciente de que desobedecer uma ordem pode ser mortal, ou se não for assassinada, posso ser excluída, esnobada, evitada, linchada, etc. Sendo mulher, isso era dez vezes pior! Hoje, percebi que sempre tive dificuldades em levar meus projetos adiante, finalizar coisas que tinha muita vontade de fazer. Antigamente, ouvia muito, principalmente de pessoas muito próximas, que “tal coisa” não ia dar certo, não ia ficar bom, era muito difícil, só quem tem dinheiro consegue e assim por diante. Sempre discutia, não “dava ouvidos” e tentava assim mesmo, mas de fato acabava me frustrando, porque lá no fundo eu escutava esses comentários; lá no fundo, inconscientemente eu pensava da mesma forma. Por quê? Culpa das pessoas que estão a minha volta? Obviamente que não, pois independentemente do que as pessoas falam, nós somos responsáveis por absorver o que dizem ou não. Esse sonho me mostrou que estava repetindo um padrão emocional muito antigo, muito antes dessa vida atual. Eu era forçada a fazer o que não queria por medo. Naquela ocasião, não era uma questão de agradar ou não, era de ser assassinada ou não!!! Hoje não é mais assim, mas o padrão de pensamento ficou. Assim que tomei consciência disso, me curei. Liberei aquela energia, tendo a certeza de aquilo já passou, não vou mais passar novamente. São outros tempos e tenho plena responsabilidade sobre minhas escolhas, mesmo com as pessoas ao meu lado “com suas armas de fogo”, uma perfeita metáfora para críticas alheias, não acham! E percebem a continuação do sonho, na vida atual, a questão de uma simples escolha de comida? O rapaz queria me convencer a comer o que todo mundo estava comendo, mas eu não queria! Mas mesmo assim, só decidi minha escolha depois de ver que era de fato bom, pois outra pessoa estava comendo. Ou seja, não fui no “rastro” da maioria, nem do rapaz atendente, mas precisei ter certeza de “que era bom”. Então ainda preciso aprender isso, ousar, confiar, experimentar, sem medo. Se for ruim, compra outro! Claro que um lanche é bem mais simples, mas levar essa decisão para coisas maiores é sempre mais complicado, mas a questão da confiança é a mesma. Confiar na sua escolha e ter a certeza de que se não der de um jeito, dá de outro. Aprender a confiar na intuição, que nunca nos engana, mas só conseguimos escutar nossa intuição se silenciarmos a mente, pararmos de escutar a opinião alheia e nos livrarmos das emoções reprimidas.

O que sugiro a quem tiver uma experiência como a minha, que procure analisar a mensagem de sua recordação e transmutar aquela energia negativa, mudar a frequência daquela vibração, daquele pensamento e emoção. E quem acha que precisa liberar coisas, pois não está conseguindo “ir para a frente”, procure ajuda nas Terapias Holísticas e Espiritualistas e livre-se das cargas que não lhe pertencem mais.

Blessed be! Namastê!

O que me define afinal?

o que me define

O que me define não é o peso, a altura…

É a intensidade do meu abraço, a sinceridade do meu aperto de mão, o tamanho do meu sonho!

O que me define não é meu tipo de cabelo…

É o quanto estou disposta a me descabelar por prazer!

O que me define não a cor da minha pele, do meu cabelo, dos meus olhos, dos dentes…

É o brilho dos olhos, o brilho do sorriso!

O que me define não é o timbre da minha voz…

É o tom dela quando falo “te amo” ou “te odeio”, demonstrando a sinceridade do que digo!

O que me define não são minhas preferências culinárias…

É minha fome de vida!

O que me define não é quantos quilômetros caminho ou corro…

É o bailado do meu andar conforme meu estado de espírito!

O que me define não é o meu signo…

É o que faço sabendo quais são meus defeitos e minhas qualidades!

O que me define não é a minha profissão…

É minha capacidade de lutar pelos meus sonhos!

Se você não é capaz de entender as subjetividades, nunca irá compreender uma pessoa de verdade!

Blessed be! Namastê!

Sobre o livro Ciência X Espiritualidade

Você já imaginou debater assuntos sérios com alguém, de maneira amigável, respeitando a opinião alheia e ainda assim continuarem amigos?

Parece uma coisa simples, mas a gente sabe que não é. Quando resolvemos conversar sobre religião, Deus, criação, fé, se temos opiniões muito distintas, a conversa sempre esquenta e sempre fica uma pontinha de raiva quando não conseguimos convencer o outro a mudar sua opinião. Todo mundo faz isso: tenta mudar a opinião alheia com relação a esses assuntos. Até aí tudo bem, mas vendo as redes sociais ultimamente, percebemos que essa vontade de mudar a opinião do outro ou a ânsia em criticar a opinião alheia está causando muitos problemas e talvez até alimentando ódios e incitando violências (devemos lembrar que violência não é só a física).

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Agora imagine que, além de conversar amigavelmente com alguém sobre assuntos sérios, cada um defendendo sua opinião, vocês decidem colocar essa discussão num livro? Sim, escrever a quatro mãos um livro, mas entre duas pessoas com opiniões extremamente opostas!

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Pois assim foi concebido o livro “Ciência X Espiritualidade: dois pensadores, duas visões de mundo”. Os autores são Deepak Chopra, espiritualista, formado em medicina na Índia, divulgador mundial da filosofia oriental, autor de mais de quarenta títulos e Leonard Mlodinow, professor de física, dedicado a divulgar a ciência em livros e artigos, ateu. O livro é simplesmente sensacional! Ainda estou no início, mas já percebi que o debate é caloroso e o mais interessante: o livro não tem a finalidade de te convencer a nada, não tem conclusão sobre os temas que propõe, é apenas a exposição das teorias e estudos de cada um dos autores, de cada área de atuação deles, mostrando que a verdade sempre tem dois lados, e cabe a cada um de nós escolher a que melhor nos representa. Veja alguns parágrafos do primeiro capítulo A Guerra – Perspectivas:

Primeiro com Deepak Chopra

Precisamos voltar à fonte da religião. Essa fonte não é Deus, é a consciência. (…)

A ciência jamais atingiu uma objetividade pura, nem jamais atingirá. Pois negar o valor da experiência subjetiva é descartar boa parte do que faz a vida valer a pena: amor, confiança, fé, beleza, espanto, maravilha, compaixão, verdade, arte, moralidade e a própria mente. (…)

O fato de a religião não ter dado certo não significa que uma nova espiritualidade, baseada na consciência, também não vai dar certo.

Agora a visão de Leonard Mlodinow

Deepak acha que as explicações científicas são estéreis e reducionistas, que elas resumem a humanidade a uma simples coleções de átomos não muito diferentes de qualquer outro objeto no Universo. Mas o conhecimento científico não reduz nossa humanidade, assim como saber que nosso país é um entre muitos não reduz a avaliação que fazemos de nossa cultura nativa. Na verdade o contrário está mais próximo da verdade. (…)

Só os homens podem se envolver nos maravilhosos processos da razão e do pensamento chamados de ciência; só eles podem entender a si mesmos ou como o planeta chegou até aqui; só os seres humanos teriam como descobrir que somos formados por átomos. (…)

A promoção do bem e a inibição do mal fazem parte do papel das religiões organizadas. E foram essas empreitadas – e não a ciência – que em geral deixaram de cumprir o que prometeram.

Deu pra sentir o tamanho da fogueira? E eles colocam lenha em mais de trezentas páginas, debatendo assuntos como: como surgiu o Universo; o que é a vida; se Deus é ou não uma ilusão… e por aí vai. Eu estou fascinada e recomendo, pois se você defende um dos lados, vai sair mais convencido ainda do seu ponto de vista, mas também vai passar a respeitar o outro lado da moeda. E se você está em cima do muro, vai acabar pendendo para algum lado, com certeza! 😀

Boa leitura!

Namastê! Blessed be!

CHOPRA, Deepak & MLODINOW, Leonard. Ciência X Espiritualidade. Ed. Sextante. 2011

Reflexões sobre relacionamento amoroso

Olá Ciclamenses, sei que estou ausente ultimamente, mas é que os estudos e o trabalho estão tomando conta de minha vida e sobra pouco tempo para escrever. Mas sempre que conseguir, virei compartilhar com você.

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E hoje resolvi escrever sobre o que ocorreu nesta última quarta-feira. Temos aqui no espaço onde atendo, mensalmente, um evento chamado Conversas do Bem (acho que já falei dele aqui) e neste mês o tema foi Relacionamentos Amorosos. Não foi o número de pessoas que eu achei que iria, porque muitas pessoas se mostraram interessadas, mas como choveu muito no dia e chuva sempre espanta algumas pessoas, o número foi menor do que o esperado, mas quem foi estava ávido pelo debate!

Outra surpresa: achei que cada um que fosse, iria defender seu ponto de vista sobre o assunto, dizer o que acha, mas no final o que ocorreu foi uma troca de experiências, onde cada um acabou contando sua(s) história(s) de relacionamentos. E sabe que foi mais interessante do que se cada um tivesse defendido seu entendimento sobre o assunto! Ouvir as histórias de vida das pessoas nos faz perceber que existem todo o tipo de relacionamento, todo tipo de problema, várias soluções, várias “receitas”… esse assunto não se esgota em um único evento claro, mas o mais importante, pelo menos é o que pensei depois que acabou, é que todos chegaram lá com dúvidas, achando que pudessem sair de lá com uma resposta para sua vida amorosa e no fim, talvez tenham saído com mais dúvidas ainda, mas saíram com as perguntas certas e com a certeza de que todas as respostas estão dentro de nós e não fora. Porque cada um tem uma história diferente, não existe receita de bolo para relacionamento amoroso; existem coisas que dão certo, coisas que dão errado, mas tudo depende da personalidade de cada uma das partes envolvidas no relacionamento. E tem ainda a personalidade de casal, que é uma coisa que se forma depois de bastante tempo juntos: forma-se uma personalidade do relacionamento, que muitas vezes se sobrepõe à personalidade de cada um.

Alguns fatores foram unânimes, quando a questão é o que é Amor:

  • respeito: se não há respeito mútuo, não é amor;
  • companheirismo: somar, unir, diferente de dividir;
  • amor próprio: as pessoas já perceberam que não se ama alguém quando não se tem capacidade de amar-se primeiro.

Todos sabemos que nos dias de hoje, com o advento das redes sociais, os relacionamentos estão cada vez mais descartáveis, mais banais; tudo é banalizado: amor, ódio, sexo, amizade, conversa, inimizade… então precisamos buscar um equilíbrio interno muito profundo e lutar por ele todos os dias, para não se deixar afetar por essa banalização, caso contrário não existe amor que aguente. Não se identificar com tudo o que lê, vê, ouve é muito importante para manter um relacionamento duradouro e principalmente: cumplicidade e sintonia. Esses talvez sejam os únicos ingredientes que todos os bolos de amor devem ter, independentemente de idade, opção sexual, tipo de relação.

E lembre-se: ame-se; quando você se ama e se respeita, você acaba atraindo pessoas que amam e respeitam.

Bom fim de semana!

Blessed be! Namastê!

Diário Vermelho – só para mulheres

Este trabalho foi idealizado, criado e produzido por mim no final de ano passado. Baseado em minhas experiências com diários de ciclos, recolhi informações pertinentes ao universo feminino para criar o Diário Vermelho, que é um diário de ciclos. Nele você encontra tudo o que precisa para monitorar-se, e de tempos em tempos, poderá fazer um balanço de suas anotações – humor, emoções, energia, mudanças – percebendo coisas incríveis a seu respeito… é realmente fascinante quando temos em mãos uma ferramenta como essa, que nos proporciona um autoconhecimento completo. No final do ano, ao ler seu diário anual, você tem a impressão de estar lendo uma pequena autobiografia e começa a perceber coisas que não notava antes.
 
Para saber mais sobre ele e como adquirir, clique na imagem, uma apresentação bem explicativa iniciará:
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Blessed be! Namastê!