Vibração 9 9 9 – o poder desse dia

Hoje é um dia bem especial, energeticamente falando. Além da entrada da Lua Crescente que ocorreu pela manhã, estamos vibrando o número 9, pois hoje é três vezes 9: sendo dia 9, do mês 9 de 2016, que somado 2+0+1+6=9.

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Segundo alguns espiritualistas estudiosos de ciclos e energia, hoje encerramos um ciclo de 9 anos cármicos e precisamos pensar muito bem no que queremos para os próximos 9 anos. Devemos cuidar muito do que pensamos hoje. Devemos esquecer o passado e pensar apenas no que queremos para o futuro. Pensar em nossos planos, objetivos e sonhos, pois tudo o que pensamos hoje será potencializado. Acredito que ninguém queira repetir os erros e problemas dos últimos nove anos, todo mundo quer coisas novas não é? Então vamos pensar no que queremos, e não no que não queremos. Mas para isso precisamos nos desapegar do “como isso vai acontecer”. Isso não nos interessa, precisamos pensar no que queremos, emanar isso para o Universo e desejar que ele nos envie o que precisamos para realizar nossos desejos e sonho. Precisamos nos desapegar das expectativas também, apenas desejar e ser otimista, nos conectar com nossa essência e nosso poder interno e dessa forma nossa energia estará de acordo com o que precisamos para viver plenamente.

Vamos aproveitar essas energias que se abrem para nós, afinal uma ajudinha é sempre bem vinda.

Se deseja se organizar internamente para os próximos anos, posso te ajudar com um de meus trabalhos, através do Estudo Holístico da Personalidade (veja aqui uma amostra de como é), onde farei para você a análise numerológica do seu nome, análise numerológica de sua data de nascimento, análise da sua carta pessoal do tarô, indicação de floral pessoal baseado na sua data de aniversário e o ano que estamos, além da análise de signo, ascendente e anjo guardião. Um trabalho completo para te ajudar a se alinhar com sua essência. Solicite pelo email tai.olisantos@gmail.com ou via chat do facebook.com/taisantosterapias.

Blessed be! Namastê!

Um lugar especial

Sim, eu tenho um lugar especial que existiu fisicamente um dia, mas hoje não existe mais. Pelo menos não como o conheci. É um lugar da minha infância, que já não frequento mais a pelo menos uns quinze anos (ou mais). Mas esse lugar, a muito tempo, insistentemente, me aparece em sonhos. Em vários sonhos, eu morava lá. Sempre achei estranho, mas não parava para refletir sobre isso. Agora, com meu trabalho sobre sonhos e meditação, resolvi buscar explicação. Mas nem tudo tem explicação, ou pelo menos demora a surgir respostas. Você deve pensar, “ah Tai, é saudade, só isso”… sim, certamente sinto saudade, muita. Mas sinto saudade de muitos outros lugares da minha infância e que não ficam aparecendo pra mim em sonho repetitivo. Então resolvi fazer algo e compartilhar, porque tenho certeza que mais alguém vai querer experimentar.

Existem lugares, pessoas, animais com os quais criamos uma conexão muito forte, muitas vezes sem saber porquê. Sabemos que é algo energético e/ou espiritual… talvez não tenhamos essa consciência, mas sentimos que é mais do que gostar/amar.  E mesmo não os vendo mais, ainda sentimos a ligação por muito tempo. Às vezes, por uma vida toda. Por que isso acontece? As explicações são muitas, então cabe a cada um buscar em si a resposta mais plausível. Foi o que resolvi fazer, buscar uma resposta numa meditação com visualização, indo a esse lugar, o mais presente que pudesse ser/parecer. Mesmo que não encontrasse resposta nenhuma (e não encontrei, até o momento em que escrevi este post), pelo menos iria reviver o lugar. E isso, posso garantir agora: revivi aquele lugar de uma maneira muito intensa, que me fizeram ir as lágrimas até, não de tristeza, mas de emoção, como se estivesse lá mesmo, no lugar da minha infância, com todo o seu mistério, com seu cheiro, com suas cores, com suas texturas. Posso garantir que entrei em uma máquina do tempo naquela noite (quinta-feira, 14 de janeiro desse ano).

Para quem está curioso(a), o lugar era a casa de meus avós maternos, ambos já falecidos ainda na década de 90. Meu avô foi segurança da empresa de abastecimento de água (SAMAE) da cidade, no local onde existe a Estação de Tratamento de Água, chamado de Parque da Imprensa (não sei porque é esse o nome). Ele é um parque muito grande, com duas “piscinas” de água gigantes, muitas araucárias e várias árvores frutíferas. A empresa deu uma casa para meu avô nesse terreno, que foi um pouco afastada do prédio da empresa e das piscinas, mas depois foi transferida para bem mais perto, embaixo das araucárias. Meu avô se aposentou e continuou com a casa, considerada um bem vitalício. Na época, tudo era a céu aberto, não tinha sequer segurança ao redor das piscinas!!! Aliás, nada tinha muita segurança lá, eu e meus primos podemos garantir isso (risos). No prédio onde tinha eletricidade, que ficava fechado, sim, tinham grades e uma placa com aquela caveira na frente, que nos deixava fascinados! Mas o restante, estava ali, para nosso deleite (era isso o que nós, a parte infantil da família, pensava). Ao lado da casa tinha um campinho, sem árvores, de grama baixinha, muito comprido e largo, e nós o apelidamos de campinho, pois se jogava futebol lá, óbvio. Foram incluídos também o vôlei, o pega-pega, o caçador, estátua e todas as atividades que necessitavam de espaço ao ar livre. Nossa família é grande, sempre com muitas crianças, daquelas famílias que se reúnem todos os fins de semana na casa de alguém. Naquela época era na casa de meus avós. Todo o fim de semana era praticamente a mesma coisa. Íamos para lá na sexta-feira a noite, pois meus pais, avô e tios jogam canastra (tradição de anos). Sábado fazíamos alguma atividade no centro, como pagar contas, fazer compras, algum evento a noite… no domingo, almoço na casa da vó, e a tarde toda para brincar lá. Férias escolares ou feriados, quando não se viajava, passava lá. Eu e meus primos. Meu avô era um cara muito, muito bravo e controlador, mas tinha o costume de dormir a tarde, e também jogar carta em algum bar, então sempre que ele não estava por perto, ah… o lugar era nosso. Minha avó era uma santa, não reclamava de absolutamente nada, deixava a gente livre!

Na minha meditação vi o lugar do jeitinho que era: o portão de entrada, laranja e enferrujado, fechado por cadeado, rodeado por cercas de ambos os lados; ao passar pelo portão, as escadas de pedra com cinco degraus; olhando à esquerda, uma árvore com espinhos no tronco (não sei o nome dessa árvore, veja imagem) e um barranco alto que dava para o campinho; na frente e do lado direito muitos pinheiros (araucárias); uma leve descida para frente, com terra e grama, chegava-se a uma parte de terra batida, que estava sempre úmida, onde ficava a casa, velha, de madeira, com porta de madeira e trinco de ferro; a área da frente de alvenaria, com chão de pedra, toda fechada, onde ficava uma geladeira antiga no lado esquerdo, uma pia no centro e o banheiro no lado direito (de quem entra); entre a pia e a porta do banheiro, uma porta que entrava para a casa, na cozinha; lado esquerdo pia, fogão a gás, uma janela sobre o fogão que dava para ver as piscinas ao longe; no lado esquerdo um fogão a lenha, que estava sempre acesso, com uma chaleira em cima (mesmo no verão) e a mesa de refeições; na frente a porta de madeira que dava para o quarto dos meus avós, que arrastava no chão quando abria, deixando aquela marca eterna no assoalho e uma entrada com cortina para o quarto das minhas tias; foi construída uma parte a mais na casa (o famoso puxadinho), no lado esquerdo de quem entra, onde ficou a sala e o quarto de meu tio, o mais novo da família; estante com TV, vários enfeites e um rádio quadrado, do meu avô (tipo esse, só que era laranja), que ficava com ele encostado no ouvido sempre que estava passando futebol ou a “Voz do Brasil”, mesmo quando a TV estava ligada; aliás ele fazia uma coisa muito engraçada durante os jogos de futebol, assistia pela TV, com ela no mudo, e escutava o mesmo jogo no rádio, porque gostava mais da narração do rádio. Achava isso hilário! Atrás da casa, no porão, ficavam o tanque e um monte tralhas; o porão era de terra, sempre úmida como a da frente, muito escuro e cheio de aranhas e outros bichos; o varal pelo lado de fora; uma descida muito grande e uma rua de cascalho separava a casa do prédio da SAMAE; perto desse prédio tinha uma escada e uma jardim com um chafariz, que foi desativado no início dos anos 90, mas a estrutura continuou lá; atrás do prédio tinha uma estrutura com uma cano gigante, onde eu e meus primos caminhávamos sobre, nos momentos em que conseguíamos escapar de vista; ao lado do prédio, as piscinas, abertas, sem cercas ou portões, ou qualquer coisa que impedisse a entrada; apenas a recomendação “Se vocês foram lá, vão apanhar”. Apanhamos várias vezes, mas nunca caímos nas piscinas, até porque se tivéssemos caído, não ficaríamos vivos para apanhar! Na frente das piscinas, um terreno grande, com árvores e gramado, ia dar em outro terreno, com árvores que tinham folhas compridas (Salgueiro Chorão, igual essa), que dava para se balançar nelas, como o Tarzan; nesse local também tinham umas “ocas” (assim chamávamos), na verdade eram pilhas de pasto seco que o pessoal da limpeza do parque juntava e empilhava; ficava igual ocas indígenas; mais adiante um prédio redondo, com o tal portão e placa com caveira na frente, a antiga casa dos meus avós, completamente abandonada, que para nós era mal-assombrada, claro, e… nosso maior tesouro!!!! Só de lembrar, penso nas aventuras que passamos ali!!! Um depósito de canos inutilizados, de concreto, gigantes, empilhados… um monte de canos, com rachaduras, alguns quebrados, formavam um labirinto; era um perigo! E nós, crianças, amávamos! Perdi a conta de quantos castigos sofremos por causa desse lugar (risos e lágrimas). Toda vez que os adultos se distraiam, e com a desculpa de ir pegar amora e figo, nas árvores que tinham nesses terrenos, ou de ir se embalar nas árvores do Tarzan, fugíamos rapidinho para o lugar proibido. Imagina você, passar pelas ocas, pelas árvores do Tarza, pela placa com caveira escrito “Perigo”, pela casa mal-assombrada e chegar na pilha de canos de concreto gigantes, abandonados, cheios de teias de aranha… Quantos momentos!!!

Pois, revivi tudo isso, com a idade que estou agora (36), com o corpo que tenho agora, em Meditação. O lugar ainda existe, ainda é o centro de tratamento da água, mas a casa não mais; agora é só empresa, e o lugar está todo cercado e diferente; inclusive, em 2014, muitas árvores foram cortadas, deixando a comunidade indignada, mas a prefeitura emitiu uma nota/desculpa, justificando o corte; quase não passo mais lá na frente, porque me dói o coração ver aquele lugar tão diferente. Catar pinhão para assar no fogão a lenha; juntar grinfas para empilhar e fazer sapecada de pinhão; brincar no campinho; subir nas árvores, imaginando que eram naves; comer amora, figo, goiaba-do-mato e outras frutinhas; se balançar na árvore do Tarzan; caminhar e se esconder entre os canos de concreto; caminhar no meio das duas piscinas (essa parte só com adultos), para tirar foto; se esconder dentro do banheiro nos dias de temporal, imaginando os pinheiros caindo sobre a casa (até hoje tenho pesadelos com esses dias kkkk); abraçar os pinheiros e sentir o cheiro e a textura da casca do tronco; brincar de índio ao redor daqueles montes de pasto seco, se achando uma curandeira poderosa! Pois é, é só saudade, mas QUE SAUDADE!!!

Esse é meu lugar especial, e se quiserem visitar os seus, em meditação, segue um guia rápido de como eu fiz (me contem nos comentários sobre seus lugares especiais, se fizeram a meditação, como foi…):

  • Senta ou deita confortavelmente (de preferência, deitado)
  • Fecha os olhos e respira profundamente, mas sem forçar… presta atenção na tua respiração… inspira enchendo a barriga de ar, segura alguns segundos e expira… repete e vai sentindo o corpo relaxando e relaxando a cada respiração completa
  • Relaxa cada parte do seu corpo, começando pelos pés… pernas… quadril… abdômen… tórax… braços… mãos… pescoço… face… coluna… sinta o corpo pesado na cadeira ou sobre onde estiver deitado
  • Relaxa ainda mais… perceba se a menor parte do seu corpo está relaxada: dedos, olhos, ombros, língua…
  • Agora comece a visualizar uma luz, em sua frente, que está aumentando… aumentando… até ficar tudo iluminado a sua frente… você caminha tranquilamente nesse local iluminado até ver uma porta fechada…
  • Abra essa porta… e lá está o lugar que você quer ir… vá e não veja mais a porta, nem a luz… veja o lugar… o seu lugar especial… nos mínimos detalhes… você está nesse lugar… caminhe por ele calmamente, vendo e sentindo tudo que está ali…
  • Caminhe e fique nesse lugar o tempo que quiser
  • Depois que tiver explorado todo o lugar, e vivenciado ele, guarde-o em seu coração… sinta-se feliz… e comece a voltar… ele vai sumindo levemente… como uma névoa… se quiser pode visualizar a porta por onde entrou e voltar por ela… comece a perceber os sons atuais, do lugar em que estás (quarto, sala, casa)… ainda de olhos fechados, sinta as partes do corpo, as mesmas que sentiu relaxarem… sinta sua respiração, seu coração batendo… comece a mexer os dedos das mãos… as mãos… os pés… as pernas… vire a cabeça levemente de um lado para o outro… abra os olhos devagar… mexa seu corpo devagar… levante bem devagar… tome um copo de água… mesmo que esteja fazendo na cama, antes de dormir, faça isso de se mexer e tomar água, e só depois durma.
  • Mas tudo bem, se você dormiu durante a meditação, não tem problema, isso é super normal.

Vou tentar fazer um áudio dessa meditação, para guiar (dou aula de meditação guiada, presencial, e todos adoram) e postar no youtube ou soundcloud e quem tiver interesse me manda um e-mail solicitando que envio: tai.olisantos@gmail.com.

Espero que tenham gostado dessa viagem ao lugar especial.

Blessed be! Namastê!

Algumas fotos do lugar… descobri que tenho poucas fotos de lá,infelizmente, pelo menos aqui em casa, vou procurar na casa das tias, vê se encontro outras; as fotos são aquelas de família, bem engraçadas, então tudo bem, risos estão liberados 😀

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Conversação (tagarelice) interior

Estou fazendo interpretações de sonhos e indicações de florais para um grupo de meninas do Sagrado Feminino e desde então estou percebendo uma questão em comum: a conversação interior.

Na medida que vou conversando com elas, e também com outras pessoas em atendimentos variados, percebo que a maioria de nossos lixos emocionais nascem por causa do que pensamos, não por causa do que vivemos. A nossa mente muitas vezes, e em alguns casos quase sempre, dependendo da personalidade e temperamento da pessoa,  parece um trem desgovernado… ou para ficar ainda mais evidente, parece um estouro de boiada. A tagarelice dentro da cabeça é tão intensa, que parece que as pessoas que estão perto podem até ouvir! E isso cansa, literalmente! Surgem insônias, cefaleias, enxaquecas, apneias, bruxismo, pesadelos, sudorese, ansiedade, obesidade, estresse e pode levar à depressão.

Gosto muito dos textos de Eckhart Tolle, sobre esse assunto:

Quando cada pensamento absorve toda a sua atenção, isso mostra que você se identifica com a voz que está dentro da sua cabeça. O pensamento se confunde então com o sentido do “eu”. Esse é o “eu” criado pela mente, o que chamamos de “ego”. Esse ego construído pela mente se sente totalmente incompleto e precário. Por isso o medo e o desejo são as emoções e forças dominantes e motivadoras do ego.

Tolle diz que a partir do momento que temos consciência dessa voz que fica falando continuamente na mente, começamos a perceber que não somos essa voz. Que ela é fruto do ego construído. Ter essa consciência já é meio caminho andado para a busca da paz interior.

Ter liberdade é saber que você é a consciência por trás dessa voz.

Para fazer entender, vou citar um exemplo. Você acordou com dor de estômago, não sabe exatamente o porque, deve ter comido mal no dia anterior, mas seu dia-a-dia conturbado não lhe permite lembrar isso. Você já vai para o trabalho sem vontade, por causa desse incômodo. No meio do caminho, um carro corta a sua frente, você abre o vidro para reclamar e o motorista lhe mostra o dedo do meio. Você fica furioso(a) e na hora o seguinte pensamento vem à sua mente: É… o dia vai ser ruim, já começou dando “tudo” errado!

Pronto, a partir disso desencadeia uma série de coisas negativas, uma atrás da outra, e você segue com os pensamentos de que: não devia nem ter saído da cama, tem “bruxa” solta por aí, o que mais ainda falta acontecer, quando penso que já acabou a zica, vem mais essa agora, etc, etc, etc.

A noite, você está estressado(a), ansioso(a), discute em casa, não dorme direito. Nem lembra que o que desencadeou seu “dia ruim” foi uma simples dor de estômago, que se você percebesse que tinha comido mal no dia anterior e tivesse tomado um chá ou remédio para indigestão, você iria melhor para o trabalho. O cara que cortou sua frente é um mau-educado que nem vale a pena se estressar, afinal sua integridade mental vale mais do que aquela pessoa e quanto mais energia você coloca nele, mais ele fica presente em sua vida. Mas quando a fúria se instala, nada mais além dela fica presente. Ficamos meio “cegos”, apenas pensamos e reagimos.

Esse é um exemplo bem simples, existem coisas piores que desencadeiam nossos estresses, mas é apenas para mostrar o quanto a mente se apoderou da situação e fez tudo parecer muito mais dramático, aumentou o nível de energia negativa e ainda atraiu mais, pois como Tolle identificou, o medo e o desejo são as emoções que alimentam o ego. A mente precisa do seu medo, do seu julgamento, da sua dúvida, do seu desejo para se alimentar.

Mas a mente é apenas uma parte de nosso corpo. E ao contrário do que se defende a tanto tempo, não é a parte mais importante. Ela é importante para o estudo, para o trabalho, mas o mais importante do nosso ser é a alma, é a parte constituída de energia. E essas energias vibram, o tempo todo. A cada pensamento, sentimento, ação e reação, a energia vibra. A frequência dessa energia depende do quão positivo ou negativo é o pensamento, ato, sentimento.

Não são as situações que causam infelicidade. São os pensamentos que deixam você infeliz. As interpretações que você faz, as histórias que conta para si mesmo é que deixam você infeliz.

Nos meus atendimentos, estou indicando certos tipos de meditação, junto com florais correspondentes à emoção gerada pelo problema. Esse método promove uma “limpeza” mental, fazendo a pessoa ver com mais clareza. Depois, continuo o tratamento com outros florais e outras terapias para trabalhar então as questões de traumas, medos enraizados, perdão, desapego, etc.

Quando você estiver sofrendo, quando estiver infeliz, fique totalmente com o Agora. A infelicidade e os problemas não conseguem sobreviver ao Agora.

(…)

Se você deixar que as coisas existam sem classificá-las, passa a dispor de um enorme poder.

Manter a mente silenciosa é quase impossível, mesmo quando se medita. Mas não se apegar ao pensamento que vem, não prestar atenção nos pensamentos e lembrar que o que vem à nossa mente é fruto do ego, de conceitos enraizados e da cultura a qual pertencemos, já nos ajuda a não nos identificarmos mais com pensamentos negativos.

Quando você perde contato com sua calma interior, perde contato com você mesmo. Quando perde esse contato, fica perdido no mundo.

(…)

A verdadeira inteligência atua silenciosamente. A calma é o lugar onde a criatividade e a solução dos problemas são encontradas.

 

Blessed be! Namastê!

Citações: Livro O Poder do Silêncio, de Eckhart Tolle.

Um novo caminho…

Para quem ainda não sabe, sou uma profissional do ramo da moda, com formação e pós-graduação. Mas já faz algum tempo que estou envolvida com trabalhos holísticos e espiritualidade. Pois eis que tive a ousadia de juntar os dois.

Há muito tempo atrás tive vontade de seguir o caminho da espiritualidade, mas por algum motivo que desconheço, segui outro, o da moda. A pouco tempo atrás estava desistindo da moda, para me dedicar exclusivamente à espiritualidade. Essas curvas que a vida dá, às vezes, sabe… Mas aí a voz da minha intuição venho e me disse: Para que se desfazer de um em prol do outro, se você pode juntar os dois?

Sempre tive mais atração pelo lado psicológico e filosófico da moda, onde aprendi muito sobre comportamento humano. E ainda tenho uma terceira paixão, muito forte aliás, que é a dança, onde tive o prazer de vivenciar e experienciar um outro conhecimento, sobre corpo, mente, movimento, respiração, consciência corporal. 

Esse tempo sabático longe da moda foi especial, pois tive tempo de sobra para me dedicar ao aprendizado espiritual, me autocurar e encarar meu Eu mais profundo, defrontando com todo o lado emocional de mim mesma, eliminando lixos emocionais, me desfazendo de cargas que já não faziam mais sentido, aumentando minha intuição, alimentando minha curiosidade e criatividade. Tudo serviu para que eu conhecesse minha essência e minha missão nessa vida.

Pois agora aí está meu novo caminho, mais completo: auxiliar as pessoas a buscar o equilíbrio de seus corpos, mentes e espíritos. Já aprendi muita coisa e tenho certeza do meu conhecimento para compartilhar o que aprendi. Ainda tenho muito o que aprender e sempre estarei me atualizando em todas as áreas descritas acima, para poder cada vez mais compartilhar a autocura e ajudar o maior número de pessoas que eu puder.

Sou muito grata a todos os que me ajudaram a chegar até aqui, tanto na moda, quanto na dança e na espiritualidade. E agradeço a Divindade por todas as pessoas que são colocadas no meu caminho!

Espero, do fundo do meu coração e da minha alma, que todos que buscarem em mim um atendimento, uma consultoria, um curso, sejam plenamente auxiliados e saiam de nosso encontro melhores do quando chegaram. Essa é minha missão! 

Que o Deus Pai e a Deusa Mãe estejam comigo!

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Blessed be!

Namastê!

Crianças do jardim de infância dando um show sobre Meditação

Os cineastas Julie Bayer Salzman e Josh Salzman criaram “Just Breathe” , um vídeo com seu filho, colegas e membros da família em uma tarde de sábado, falando sobre Meditação. A escola das crianças introduziu meditação aos alunos.

“O filme é totalmente improvisado”, diz Julie. “O que as crianças dizem é baseado puramente em seu próprio entendimento de emoções difíceis, e como eles lidam com elas através da respiração e meditação.

Vale muito a pena assistir, pois em um curto espaço de tempo, com mensagens singelas e verdadeiras, a criançada ensinou muita coisa.

Vamos incentivar as escolas a inserirem a Meditação em seu currículo, desde muito cedo. Assim, formaremos cidadãos bem diferentes nas próximas gerações. Meditar não é apenas respirar e relaxar. Meditar é um contato consigo mesmo, por um período curto de tempo, que traz benefícios para uma vida toda. Meditar nos incentiva a controlar as emoções, sem que para isso nos tornemos rancorosos por ter que “engolir sapos” ou se retrair. É um controle diferente. Meditar melhora o raciocínio, a criatividade, a pró-atividade e a intuição. Meditar regula a circulação sanguínea e os fluidos corporais. Meditar melhora os batimentos cardíacos. Meditar melhora a pressão arterial… enfim, a lista de benefícios é grande. Mas só assistindo ao vídeo abaixo, já nos sentimos motivados!

Blessed be! Namastê!

Fonte: Buda Virtual

O mundo espera de nós, um pouco mais de paciência…

Exatamente como bem cantou nosso querido Lenine, “a gente espera do mundo e o mundo espera de nós, um pouco mais de paciência”.Featured image

Resolvi escrever este post porque, na timeline do meu facebook sempre posto mensagens de coisas boas, de motivação, de inspiração, assim como no twitter e no Instagram. Além do mais, estou dando aulas de Meditação, sempre convido a todos para frequentar as aulas. E eis que essa semana, depois de todo o caos que se instalou no Rio Grande do Sul, com greves, paralisações, manifestações conturbadas, roubos em excesso porque a polícia está em greve, tudo por causa de uma medida errada tomada pelo governo, alguns conhecidos me indagaram como posso estar sempre tão otimista, postando lindas mensagens e convidando para meditações, quando na verdade (na opinião deles) devemos agir ao invés de ficar parado.

Pois então. Acompanhem  meu raciocínio s’il vous plaît!

Estamos vivendo um momento crítico, de crise e caos, por todos os lados. Parece que tudo “desandou” como maionese em dia de calor. Temos a impressão que só vai piorar. Agora me responde uma coisa: (tomei a liberdade de já responder)

O que adianta entrar em desespero, ficar de mal-humor ou em depressão? NADA

Como conseguiremos resolver qualquer coisa nesse estado? NÃO CONSEGUIREMOS

Qual o tipo de ação a gente costuma ter quando está em um nível alto de estresse? A AÇÃO ERRADA

É em meio ao caos, que devemos ter paciência. Sim, pode acreditar. Ninguém consegue pensar direito quando está “de cabeça quente” como bem define esse termo popular.

Estávamos eu e alguns conhecidos “facers” debatendo sobre isso hoje e uma delas, a astróloga Maria Rita Souza comentou o seguinte: “Não é omissão, é não-identificação”. Achei perfeito para o momento. Parar de ficar assistindo notícias sobre assaltos, ônibus queimado, roubos em excesso, corrupção desenfreada… parar de ficar repetindo a palavra crise como um mantra… parar de ficar se queixando toda a vez que alguém se aproxima, não é se omitir do problema, é apenas não se identificar com ele, justamente para afastá-lo o máximo possível. Ficar olhando na televisão um ônibus sendo incendiado vai apagar o fogo? Creio que não!

Para resolver um problema “macro“, precisamos PRIMEIRO resolver os problemas “micro“. Ou seja, para que a sociedade volte a funcionar melhor, devemos resolver nossos problemas, porque esse mundo é como uma engrenagem, cada peça, por menor que seja, tem que estar funcionando bem. E só conseguiremos enxergar soluções verdadeiras, se respirarmos, calarmos nossos pensamentos viciosos e constantes, que mais parecem “cavalos xucros enlouquecidos corcoviando pelo campo” como dizemos aqui no sul. E domar pensamentos alienados, só se consegue parando para respirar, em silêncio, de olhos fechados (ou olhando pro céu). Meditando.

Para aquilo que for solucionável, virá a resposta, a solução. E para aquilo que não nos cabe solucionar, devemos apenas deixar de lado, soltar de nossa mente. Se não agirmos assim, acabaremos somatizando tudo em doenças e problemas de saúde e as farmácias continuarão faturando alto com antidepressivos e uma série de outros medicamentos.

É difícil agir assim? Claro que é, estamos acostumados a perder as estribeiras sempre que a panela de pressão explode e respinga feijão por todos os lados. E no final, depois de se desesperar, jogar a panela na pia com raiva, bestemar, falar palavrão ou chorar, vamos ter que parar, ficar calmos e limpar tudo, porque a parede e o piso não vão se limpar sozinhos!

Nada é fácil. Nenhuma mudança de atitude é fácil. Mas passar a ficar calmo quando todos em volta estão surtados é uma sensação de liberdade indescritível! Percebemos que somos os únicos que podem realmente fazer alguma coisa para mudar a situação. Começamos a ouvir nossa intuição e ter ideias que antes nem sonhávamos. A criatividade aflora. E unir criatividade, inteligência e paciência é a melhor fórmula para resolver algo, o que quer que seja. Pergunta pro Einstein se não é assim?

Blessed be! Namastê!

O naipe de Espadas “apareceu” pra mim

Pois é… apareceu… pela segunda vez na minha vida! Explico:

Hoje, durante minha meditação à tarde, entoando o mantra de Ganesha (OM GAM GANAPATAYE NAMAHA) tive uma visualização do naipe de Espadas.

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Ao terminar, resolvi “fuçar” na internet sobre os significados deste símbolo, para saber se havia alguma mensagem para mim. Pois vejam vocês que fiquei mais “perdida que cego em tiroteio”! Mas depois de muito ler e raciocinar (e intuir) cheguei a algumas conclusões, assim no plural mesmo, porque pelo que notei, tudo o que tem a ver com o tal naipe, nunca tem só uma explicação (bem que podia ter sido o de Copas!). Vejam algumas que encontrei:

Naipe de Espadas – Balãozinho preto de cabeça para baixo – Também conhecido no Tarô como Gládios.

Este Naipe refere-se ao Elemento AR, e como tal pode nos conduzir a diversos caminhos.

Relata a esfera específica do raciocínio lógico e do pensamento.

Em geral se diz: “O pensamento dói. Mas quando a cabeça deixa de pensar, o corpo começa a padecer.”

Mostra a mente como geradora de dúvidas, conflitos, angústias que estimulam o indivíduo a ser estratégico.

“A dificuldade é amiga. O Espírito avança a cada problema que resolve.”

Em Espadas, o indivíduo estará diante de um grande potencial, tanto criativo como destrutivo.

São palavras chave deste naipe: Desafios, Dificuldades, Pensamento, Astúcia, Frieza, Falta de Sensibilidade, Razão, Decisão, Clareza, Dúvida, Estratégia, Fluidez, Mudança, Movimento.

Retrata a esfera específica das faculdades de conceitualização, do raciocínio lógico e do pensamento abstrato.

É a imersão do intelecto na atividade questionadora.

Diz respeito à direcionar os pensamentos para a realização.

Num outro site encontrei o seguinte:

  • Pensamento, inteligência, trocas e intercâmbio. Fusão, cooperação dos opostos, ação penetrante do Verbo.
  • Maturidade e equilíbrio.
  • Racional, teórico, filosófico, intelectual.
  • Esforço, dificuldades, energia para a renovação.
  • Arma que desenha uma cruz e recorda a união fecunda dos princípios masculino e feminino. A espada simboliza também uma ação penetrante como a do Verbo ou do Filho.
  • No plano a identidade individual significa maturidade e equilíbrio.
  • Socialmente representaria os militares e os guerreiros; policiais e fiscais; toda atividade que toma das armas para manter uma ordem ou modificá-la. Relaciona-se ao poder apoiado pela força.
  • Corresponde ao cavaleiro, entre as figuras do baralho.
  • São os silfos e os gigantes, entre os espíritos elementares.

Aspecto masculino de Espadas: o Adolescente (Átis, Adônis, Narciso).

Lado luminoso: o Intelectual. Espírito crítico. Tático, móvel, vivo, bom passatempo, perspicaz.

Lado sombrio: o Pretensioso. O eterno adolescente. Frio, cruel, sem consideração, cínico.

Aspecto feminino de Espadas: Musas Inspiradoras (a Noiva do vento, as Sereias, a Estrela de cinema).

Lado luminoso: a Sacerdotisa (“prostituta” do templo), a Mulher independente, a Musa, a Esteticista, a Intelectual, encantadora, distante.

Lado sombrio: a prostituta das ruas, a mulher calculista, fria, impiedosa, cínica, histérica.

Sentiram o drama??? E não para por aí, tem muito mais! Mas resolvi não deixar todo mundo maluco e vou ficar nesses conceitos aí (por enquanto). Como gosto de simplificar tudo fiz a seguinte interpretação:

  • eu estava entoando um mantra de remoção de obstáculos, pois Ganesha é a divindade que remove obstáculos tanto materiais quanto espirituais, então presumo que recebi a energia necessária para a renovação (direcionar pensamentos para a realização = estratégia);
  • estou no caminho certo da busca do equilíbrio, mas ainda preciso ir mais fundo na questão de “domar” o ego.

Certo! Até aqui tudo bem, mas nas leituras que fiz sobre o assunto (sobre Tarô) vi que para uma interpretação mais completa precisa-se saber do número que acompanha a carta. Bom, eu não vi uma carta, vi um símbolo, mas…

Foi então que lembrei de um outro episódio (a primeira vez que esse símbolo apareceu pra mim) que ocorreu comigo à muuuuito tempo atrás, acredito que a pelo menos uns quinze anos: estava eu com minha família, caminhando no centro da cidade e vimos uma carta de baralho na rua, perto da calçada, virada para baixo; eu coloquei meu pé sobre ela e perguntei ao meu pai que carta era; ele deu seu palpite, minha mãe fez o mesmo e eu também; eu disse que era um Ás de Espadas (não lembro o que eles disseram); quando virei, adivinha?

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Na visualização de hoje a tarde, vi apenas o símbolo, único, não dois, nem três, apenas um. A carta do Ás tem só um símbolo certo? Então associei os dois episódios. Por que? Explico:

Numa das leituras, vi que o Ás significa tanto o começo quanto o fim (1 ou 14), depende da associação. Em outros baralhos de tarô, ele é representado como uma mão saindo de uma nuvem, segurando uma espada coroada.

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Dessa forma analisei que, depois de tudo o que passei na vida até hoje (que não vem ao caso) acredito que naquele momento se iniciou meu caminho espiritual, através do “entrar na nuvem”, lutar, entrar em conflito interno, para agora começar a despertar e a entender o porque de tudo o que aconteceu, o “sair da nuvem”. O fechamento de um ciclo, para iniciar o próximo. Veja uma das explicações que encontrei:

Ás de Espadas. É engraçado pensar que o Ás, justamente por seu potencial criativo, seja considerado positivo. O Ás é a síntese do naipe e, se tratando de Espadas, positivo não é a melhor palavra, grosso modo. O naipe de Espadas fala de conquistas, delimitação de espaço, consecuções, limites, ampliação das possibilidades, estratégias e conflitos. E, mesmo no melhor aspecto, não é comum desejar enfrentar esse tipo de desafios. Fortalecem nossos músculos e nossa vontade, mas raramente percebemos isso no durante; é mais comum percebermos após o encerramento da fase. Repito: Espadas é bom quando acaba…

Agora veja você que depois dessa “viagem astronômica” aí eu notei uma outra coisa: lembram que disse que vi esse símbolo quando estava entoando um mantra de Ganesha? Pois é, eis que estou com uma imagem dessa divindade como papel de parede de minha área de trabalho do notebook, o qual visualizei segundos antes de fechar os olhos e começar a meditar. Agora olhem o símbolo que tem na face de Ganesha, se não parece um pouco com o naipe de espadas?

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Talvez tenha sido esse símbolo que vi, rapidamente, que me lembrou o naipe. Adivinha… comecei uma nova pesquisa (louca eu? capaz!). O símbolo é uma Trishula, ou Tridente de Shiva. Segue:

– Na testa [de Ganesha], o Trishula (arma de Shiva, similar a um Tridente) é desenhado, simbolizando o tempo (passado, presente e futuro) e a superioridade de Ganesha sobre ele (…)

Esta arma possui uma simbologia, com relação ao número de pontas que possui. Por ser um tridente, cada ponta de sua lança tem seu significado, sendo diretamente relacionadas com as três qualidades da matéria: tamas (a inércia ou a existência), rajas (o movimento ou firmamento) e sattva (o equilíbrio ou trevas). Ainda pode ser representado como o passado, presente e o futuro, visto que Shiva domina a naja, serpente mais mortifera de todas, dando assim, potencial de imortalidade.

É um instrumento para aniquilar as qualidades negativas e a ignorância existente no interior na mente humana.

Como estou numa onde de positividade, acredito na interpretação positiva do ocorrido. Talvez nem seja tudo isso, seja bem mais simples, mas como gosto de pesquisa e sou fascinada pelos símbolos (eu e o professor Robert Langdon), acabei descobrindo tantas coisas e me aprofundei. Num resumo de tudo isso acredito que: 1) as dificuldades do passado foram positivas no sentido de que me deram a força necessária que preciso hoje para o que está vindo; 2) ao invés de “lutar” contra a mente e os pensamentos, devo simplesmente reorganizá-los, fazer a mente atuar a favor do que eu quero, criar estratégias reais para chegar ao objetivo, além de buscar as respostas da intuição; 3) vencer todos os tabus e preconceitos ainda existentes em mim, fruto de experiências anteriores ruins, e substituir por novos conceitos, baseados em todos os estudos que estou fazendo e “recebendo”. Valeu a pena passar a tarde estudando símbolos!

GRATIDÃO! GRATIDÃO! GRATIDÃO!

Saudações! Namastê! Shalom!

Sites que visitei (clique sobre os nomes para acessar o link):

Clube do Tarot

Biometrio

Wikipédia

Yoga Shamkara

Música Indiana Brasil